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Desembargadora baiana é aprovada pelo Senado para vaga de ministra do TST

Magistrada passou por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça e por votação em plenário

  • Foto do(a) author(a) Maysa Polcri
  • Maysa Polcri

Publicado em 30 de abril de 2026 às 13:44

A desembargadora baiana Margareth Rodrigues Costa, do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA) concorre a vaga no TST
A desembargadora baiana Margareth Rodrigues Costa Crédito: Divulgação

O Plenário do Senado aprovou na quarta-feira (29) a indicação da desembargadora baiana Margareth Rodrigues Costa para o cargo de ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Foram 49 votos favoráveis e 22 contrários. Ela ocupará a vaga aberta após a aposentadoria do ministro Aloysio Corrêa da Veiga.

Antes da votação em plenário, a magistrada passou por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ). “Não chego sozinha. Trago, particularmente, a representatividade de muitas mulheres, mulheres muito corajosas. E de homens também, que impulsionaram toda a minha trajetória”, afirmou.

Em outubro do ano passado, a presidência do TST recebeu a inscrição de oito desembargadoras e 15 desembargadores de Tribunais Regionais do Trabalho candidatos à vaga. A lista com os três nomes foi apreciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que indicou Margareth Costa em dezembro. 

Filha de juíza, Margareth Rodrigues Costa foi titular da 33ª Vara do Trabalho de Salvador. A nomeação para desembargadora foi feita pela presidente da República, Dilma Rousseff, e publicada no dia 5 de junho de 2014, no Diário Oficial da União. A promoção ocorreu pelo critério de merecimento, na vaga decorrente da aposentadoria da desembargadora Elisa Maria Amado de Moraes.

Antes de integrar a lista tríplice, a desembargadora foi convocada para atuar no TST no período de 17 de fevereiro a 1º de junho de 2022, substituindo o ministro Luiz Phillipe Vieira de Mello Filho, que na ocasião, tomou posse no cargo de conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).