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Massacre no Rio: vítimas de ataque em escola do Rio tem entre 12 e 14 anos

Atirador também morreu. 18 pessoas estão feridas. Tiroteio ocorreu em escola em Realengo, na Zona Oeste do Rio

  • D
  • Da Redação

Publicado em 7 de abril de 2011 às 12:47

 - Atualizado há 3 anos

Redação CORREIO

Depois da Secretaria de Saúde do Rio informar que 10 estudantes morreram no ataque a Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, o diretor do hospital para onde as vítimas foram levadas atualizou as informações e disse que são 11 crianças mortas. 

Mais cedo, ele havia afirmado que 13 pessoas morreram no tiroteio. As vítimas são 10 meninas e 1 menino, entre 12 e 14 anos, além do atirador.  O número de feridos também diminuiu: ao invés de 22, são 18 os feridos, sendo 12 meninos e seis meninas.

Ainda segundo Côrtes, a maioria das vítimas foi atingida na cabeça e no tórax. “É uma situação muito triste. Nunca ia esperar experimentar na minha vida uma experiência como essa. Vi toda a equipe nos corredores. As pessoas chorando desesperadas. É uma situação de violência desnecessária contra crianças,” disse.

Entre os feridos, três já passaram por cirurgia e há outros transferidos para o Instituto Nacional de Traumatologia (Into), Hospital Pedro Ernesto, Hospital de Saracuruna e Hospital da Polícia Militar.

Atirador deixou cartaO atirador foi identificado pela polícia como Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos. Segundo a Polícia Militar, ele era ex-aluno da escola.

De acordo com o coronel da polícia Djalma Beltrami, Wellington deixou uma carta, segundo ele, com inscrições complicadas, no local. “Ele tinha a determinação de se suicidar depois da tragédia”, contou Beltrami. A carta foi entregue a agentes da Divisão de Homicídios.

Conhecido na escola por ser ex-aluno, ele teria entrado sob alegação de que iria fazer uma palestra. Segundo a polícia ele usou dois revólveres, que chegou a recarregar várias vezes.

Segundo a polícia, uma equipe da Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV) passava próximo ao local e foi à escola depois de ver crianças correndo pela rua.

Funcionária viu crianças feridas“O cara entrou, foi para o terceiro andar e começou a atirar. As crianças disseram que foi pai de aluno. Vimos muitas crianças carregadas, desacordadas, baleadas”, disse uma funcionária da escola, que preferiu não se identificar.

Confira trecho da cobertura da GloboNews no massacre no Rio de Janeiro:###YOUTUBE###

“Começamos a ouvir tiros. Com o eco, parecia que uma coisa estava desabando. Todo mundo correu. Depois, a professora chegou dizendo que o cara chegou atirando em uma sala. Foi um desespero”, afirmou ela.

Secretária de educação volta dos EUAA subsecretária municipal de Educação do Rio, Helena Bomeny, está a caminho do local. No Twitter, a secretária municipal da Educação do Rio de Janeiro, Claudia Costin, afirmou: “Estou pegando o primeiro avião de volta. Desmarquei a palestra de hoje e não vou ver minha neta.” Segundo o twitter da secretaria, ela está em Washington, nos Estados Unidos. As informações são do G1.