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Médica morta em perseguição policial voltava de visita aos pais quando foi baleada

De acordo com a PM, policiais que faziam parte da equipe envolvida na perseguição portava câmeras corporais

  • Foto do(a) author(a) Perla Ribeiro
  • Perla Ribeiro

Publicado em 16 de março de 2026 às 13:04

Médica morta em perseguição policial voltava de visita aos pais quando foi baleada
Médica morta em perseguição policial voltava de visita aos pais quando foi baleada Crédito: Reprodução

A médica Andrea Marins Dias, 61 anos, que morreu após ser baleada em uma troca de tiros durante uma perseguição policial, voltava de uma visita aos pais, quando cruzou com a viatura da Polícia Militar que buscava por criminosos em em Cascadura, na Zona Norte do Rio de Janeiro, na noite desse domingo (15). As informações são do Portal Extra.

De acordo com o relato dos policiais do 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM/Rocha Miranda), a equipe fazia um patrulhamento de rotina quando foi informada por um pedestre de que ocupantes de um Corolla Cross faziam assaltos na região. Os PMs então passaram a fazer buscas pelo carro suspeito.

Médica morta em perseguição policial voltava de visita aos pais quando foi baleada por Reprodução

Se depararam com um Jeep Commander, um Corolla Cross e uma motocicleta no cruzamento das ruas Araruna e Cupertino. A versão dos agentes é de que os veículos teriam fugido com a chegada da viatura. De acordo com os PMs, eles deram uma ordem de parada e os ocupantes dos veículos, então, atiraram contra eles. Segundo os policiais, houve confronto.

O Corolla Cross seguiu pelas ruas Eufrásio Corrêa, Columbia, Goiás, Cupertino, Mendes e, na Rua Palatinado, parou. Ao verificarem o carro, os PMs encontraram Andrea caída no banco do motorista, já morta. O automóvel passou por uma perícia. De acordo com a PM, os policiais que faziam parte da equipe envolvida na perseguição portava câmeras corporais.

 "Os dispositivos e as armas utilizadas pelos agentes estão à disposição do procedimento investigativo pela Polícia Civil", diz a nota da corporação. As investigações estão sob o comando da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). A Polícia Civil informou, por meio de nota, que "diligências estão em andamento para apurar os fatos".