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Wendel de Novais
Publicado em 18 de maio de 2026 às 09:00
O piloto de helicóptero da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Marques Monteiro, morreu neste domingo (17), após passar cerca de cinco meses internado. O policial havia sido baleado no pescoço durante uma operação realizada na comunidade Vila Aliança, na Zona Oeste da capital fluminense, em março deste ano. >
Nos últimos dias, o estado de saúde de Felipe havia se agravado por conta de uma infecção decorrente de complicações após uma cirurgia para implantação de prótese craniana, feita em 20 de abril. Na sexta-feira (15), a esposa do policial, Keidna Marques, havia informado nas redes sociais que o quadro clínico era considerado grave e definiu o momento como “muito difícil de lidar”.>
Felipe Marques Monteiro morreu no domingo (17)
Segundo ela, Felipe apresentou piora significativa na quinta-feira (14) e precisou receber medicações mais fortes para combater a infecção. "A infecção no corpo se agravou e ele está sendo tratado com mais antibióticos. Os profissionais seguem fazendo o melhor por ele, enquanto ele continua lutando. O caso é considerado grave", escreveu.>
O policial já vinha enfrentando uma sequência de complicações desde abril. No início de maio, ele precisou passar por novos procedimentos cirúrgicos para retirada de hematomas e controle de sangramentos na região da cabeça, além da colocação de um dreno. Em uma publicação feita em abril, a esposa revelou ainda que Felipe já havia apresentado problemas semelhantes em janeiro.>
O piloto tinha recebido alta do Hospital São Lucas em dezembro, depois de passar nove meses internado, e seguia em tratamento em um centro de reabilitação. Ele foi ferido durante uma operação da Polícia Civil na Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste do Rio.>