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Da Redação
Publicado em 18 de julho de 2009 às 17:34
- Atualizado há 3 anos
A perícia aponta que a morte do pugilista Arturo Gatti, cujo corpo foi encontrado no fim de semana passado em um flat em Pernambuco, teria sido provocada por asfixia decorrente de enforcamento.>
O laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Recife indica que há diferenças entre as marcas provocadas por estrangulamento daquelas causadas por enforcamento. No caso de Gatti, as marcas seriam de enforcamento. >
De acordo com os peritos, os ferimentos que o boxeador tinha na cabeça podem ter sido provocados enquanto ele se debatia ainda suspenso. O resultado abre muitas possibilidades, pois o boxeador pode ter morrido por suicídio, homicídio ou acidente. >
Diante da conclusão do laudo do IML, o advogado da mulher do boxeador, Amanda Rodrigues, que está presa há uma semana como principal suspeita do crime, disse que vai pedir novamente relaxamento da prisão.>
Este pedido já havia sido feito pelo advogado, Célio Avelino, mas foi negado pela justiça. Em depoimento, Amanda negou o crime e afirmou que, quando acordou, encontrou o marido morto. Ela alegou que os dois tinham brigado e que, quando acordou, já teria visto o marido morto, mas a versão da mulher não convenceu a polícia. >
O chefe da Polícia Civil de Pernambuco, Manoel Carneiro, disse que já recebeu o laudo do IML, mas só vai se pronunciar quando tiver também, em mãos, o laudo do Instituto de Criminalística (IC). >
Boxeador Nascido na Itália, mas naturalizado canadense, Arturo 'Thunder' Gatti foi campeão mundial dos super pena em 1995, segundo a Federação Internacional de Boxe, e dos super leve em 2004, segundo o Conselho Internacional de Boxe. No ano passado, ele esteve na Bahia para celebrar seu 36º aniversário. >
(com informações do G1)>