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Perla Ribeiro
Publicado em 22 de abril de 2026 às 13:53
Mesmo com avanços no diagnóstico e no tratamento, a recidiva do câncer de mama ainda gera dúvidas e desinformação, fatores que podem influenciar escolhas ao longo da jornada de cuidado. Para apoiar pacientes e ampliar o conhecimento sobre o tema, especialistas reforçam a importância de compreender como o risco de recidiva se comporta, quais sinais exigem atenção e por que o acompanhamento contínuo é decisivo. Mesmo após o tratamento inicial, o câncer de mama pode voltar, especialmente nos primeiros anos após o diagnóstico, período considerado crítico para o acompanhamento e tratamento adjuvante. >
Apesar dos avanços no diagnóstico e tratamento, o risco de recidiva ainda faz parte da realidade de muitas pacientes. Estudos indicam que mulheres com câncer de mama inicial de alto risco apresentam entre 20% e 43% de chance de recorrência, enquanto pacientes de baixo risco têm probabilidade entre 5% e 7%. Para reduzir a desinformação sobre o tema, Gilberto Amorim, Oncologista Clínico da Oncologia D’Or do RJ (CRM 5256783-4 RJ) e o psicólogo e psico-oncologista Caio Vianna esclarecem alguns dos principais mitos e verdades sobre a recidiva do câncer de mama:>
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