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Seminovos: veja cinco mentiras que te contam sobre vender um carro usado

Especialista alerta para mitos que podem fazer o proprietário de automóvel perder dinheiro na hora da negociação

  • Foto do(a) author(a) Perla Ribeiro
  • Perla Ribeiro

Publicado em 22 de abril de 2026 às 14:07

Feirão de Seminovos na Paralela
Seminovos: veja cinco mentiras que te contam sobre vender um carro usado Crédito: Divulgação

O mercado de veículos seminovos e usados vive um dos seus melhores momentos no Brasil. Entre janeiro e março, o acumulado de vendas atingiu mais de quatro milhões de automóveis, o que representa um crescimento de 12,7% sobre o mesmo período de 2025. Na comparação direta entre os meses de março de 2025 e 2026, a alta foi de 21,5%. Apesar do cenário favorável, ainda há muita desinformação que prejudica quem decide vender um carro.

CEO da Vaapty, rede de franquias especializada no segmento de intermediação de venda de veículos, Miguel Henrique Souza explicou quais são as cinco principais mentiras que contam sobre a venda de seminovos e o que diz o mercado na prática.

  • Carro só desvaloriza?
    Embora a depreciação exista, o comportamento recente mostra o contrário em vários casos. A alta demanda por usados, impulsionada pelo encarecimento dos modelos zero-quilômetro, fez com que os preços subissem de forma consistente nos últimos anos, tornando o carro um ativo mais resiliente. “O carro deixou de ser apenas um bem de consumo e passou a ter papel estratégico no patrimônio das famílias”, afirma Miguel Henrique Souza, CEO da Vaapty.

  • Vender por conta própria é mais vantajoso?
    Outro mito recorrente é que vender por conta própria sempre garante mais lucro. Na prática, o CEO da Vaapty aponta que não é bem assim, já que existem custos ocultos, tempo de negociação, riscos de inadimplência e falta de conhecimento sobre precificação: “muita gente não calcula o custo do tempo, da insegurança e da negociação mal feita. No fim, pode sair mais caro do que parece e fazer com que a pessoa perca dinheiro. Na maioria dos casos, optar pela intermediação é muito mais seguro e torna o processo bem mais rápido”, diz Souza.

  • Intermediadora sempre paga menos?
    O cenário mudou com a profissionalização do setor e o uso de dados. Existem plataformas e redes estruturadas que conseguem gerar concorrência entre compradores e oferecer propostas mais alinhadas ao valor real de mercado. “Hoje, a tecnologia usada na Vaapty, por exemplo, permite que a gente tenha acesso a uma plataforma com mais de 25 mil compradores simultaneamente, o que aumenta a transparência e a competitividade. Vale lembrar que tempo também é dinheiro, então o quanto antes esse carro for negociado, maior é o valor dele. Por outro lado, quanto mais demorar a vender, mais desvalorizado ele fica”, afirma o executivo.

  • Quanto mais anúncios, melhor?
    Segundo o especialista, excesso de exposição pode gerar efeito contrário, desvalorizando o veículo ao transmitir urgência ou dificuldade de venda. Estratégia e posicionamento são mais relevantes do que volume. “Não é sobre estar em todos os lugares, mas estar nos lugares certos, com a precificação correta”, diz Souza.

  • Será que o melhor momento para vender já passou?
    Essa ideia não se sustenta diante dos dados. O mercado segue aquecido, com demanda consistente e oferta ainda limitada em algumas faixas de veículos. “O Brasil vive um ciclo positivo para seminovos. Quem entende o momento e usa informação a seu favor consegue fazer ótimos negócios”, conclui o CEO da Vaapty. Em um mercado cada vez mais profissional e competitivo, vender um seminovo deixou de ser apenas uma transação simples e passou a exigir estratégia, informação e escolha dos canais adequados.