Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Suspeita de torturar e matar animais esmagados para vender vídeos na internet é presa e solta horas depois

Investigação aponta venda de conteúdo com tortura de animais para usuários na Europa

  • Foto do(a) author(a) Carol Neves
  • Carol Neves

Publicado em 29 de maio de 2026 às 07:54

Daiana Schuinsekel de Almeida foi presa em casa
Daiana Schuinsekel de Almeida foi presa em casa Crédito: Reprodução/TV Globo

A empresária suspeita de torturar e matar animais para produzir e comercializar vídeos na internet foi colocada em liberdade poucas horas depois de ter sido presa nesta quinta-feira (28), em São Paulo (SP).

De acordo com informações da TV Globo, a liberação ocorreu porque não foi possível acessar os celulares de Daiana Schuinsekel de Almeida a tempo de analisar o conteúdo. Como não havia um flagrante, ela acabou sendo solta. Agora, Daiana vai responder em liberdade por suspeita de maus-tratos e também por atos obscenos.

Daiana foi presa em casa por Reprodução/TV Globo

As investigações indicam que Daiana gravava agressões contra os animais e vendia os vídeos em plataformas semelhantes ao Discord, com alcance de compradores em países da Europa. Nas imagens, segundo a apuração policial, ela aparece esmagando os animais com as mãos e os pés. 

Na residência da suspeita, agentes apreenderam itens que podem reforçar as provas do caso, entre eles sapatos que teriam sido usados nas gravações.

A defesa de Daiana informou que ainda está tomando conhecimento das acusações e vai se manifestar posteriormente.

Denúncia veio de fora do país

O caso teve início após uma denúncia feita por uma ONG da Bulgária, que teve acesso aos vídeos e encaminhou o material à Polícia Federal. A partir disso, o caso foi repassado à Polícia Civil de São Paulo, que assumiu a investigação por meio da Delegacia de Crimes contra os Animais, vinculada ao Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC).

Segundo os investigadores, a suspeita administrava uma espécie de produção de vídeos com conteúdo de sadismo e afirmava comercializar esse material por valores entre 20 e 50 euros, dependendo do tipo de conteúdo.

A apuração também aponta que os animais envolvidos incluíam coelhos, pintinhos e gatos. A polícia ainda busca determinar há quanto tempo as práticas ocorriam e quantos vídeos teriam sido vendidos ao longo do período investigado.

Tags:

Daiana Schuinsekel de Almeida Zoosadismo