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Além de Deolane Bezerra, veja lista de influenciadores que foram presos recentemente

As mídias sociais abriram possibilidade para uma ampla variedade de possibilidades, mas também aumentou o escopo de novos crimes que poderiam ser praticados através dela

  • Foto do(a) author(a) Luiz Dias
  • Foto do(a) author(a) Agência Correio
  • Luiz Dias

  • Agência Correio

Publicado em 22 de maio de 2026 às 06:00

Deolane Bezerra
Deolane Bezerra foi presa por suspeita de participação em um esquema de lavagem de dinheiro para o PCC Crédito: Reprodução

A segunda prisão da influenciadora Deolane Bezerra, que movimentou milhares de fãs nas redes e ruas, levantou uma discussão pré-existente na comunidade digital. Até onde vai o limite da influência de uma figura, principalmente quando ela comete crimes?

Os dois últimos anos foram marcados por casos de influenciadores sendo presos pelos mais diversos tipos de crimes endêmicos das mídias digitais. Além de velhos crimes que encontraram uma forma de se manifestar através do modal eletrônico.

Mansão de Deolane Bezerra por Reprodução

Buzeira

O influenciador Buzeira foi preso em outubro de 2025 durante a Operação Narco Bet, da Polícia Federal. A ação mirou um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao tráfico internacional de drogas, com uso de bets, empresas e movimentações financeiras.

Segundo a investigação, a organização teria usado plataformas de apostas e negócios de fachada para ocultar a origem de valores ilícitos.

A operação cumpriu mandados em quatro estados brasileiros e também teve desdobramentos na Alemanha
A operação cumpriu mandados em quatro estados brasileiros e também teve desdobramentos na Alemanha Crédito: Reprodução / Instagram

A Justiça determinou o bloqueio de mais de R$ 630 milhões em bens e valores dos investigados. O caso ampliou o debate sobre a presença de influenciadores na divulgação de apostas online e o uso desse mercado em crimes financeiros.

Capitão Hunter

João Paulo Manoel, conhecido como Capitão Hunter, foi preso em outubro de 2025 em Santo André, no ABC Paulista. O youtuber produzia conteúdo ligado ao universo Pokémon e tinha forte presença entre públicos jovens.

Atrás de cores chamativas e um canal infantil, alguns influenciadores utilizam da sua influência para atacar justamente essa população vulnerável
Atrás de cores chamativas e um canal infantil, alguns influenciadores utilizam da sua influência para atacar justamente essa população vulnerável Crédito: Reprodução / YouTube

Ele é investigado por suspeita de estupro de vulnerável, exploração sexual infantil e produção de conteúdo pornográfico infantil. Segundo a polícia, a prisão foi feita por agentes do Rio de Janeiro com apoio da Polícia Civil paulista.

Thiago Schutz

Popularmente conhecido como Calvo do Campari, Schutz foi preso em novembro de 2025 em São Paulo sob acusação de violência doméstica. O caso envolveu a denúncia de agressão contra a namorada do influenciador.

Após audiência de custódia, ele foi solto com medidas protetivas. A defesa afirmou que o influenciador colabora com a Justiça e respeitará as determinações legais impostas no processo.

O influenciador é um dos principais representantes de uma ala do movimento redpill
O influenciador é um dos principais representantes de uma ala do movimento redpill Crédito: Reprodução / YouTube

Luan Lennon

Luan Lennon foi preso em maio de 2026 no Centro do Rio de Janeiro. Segundo a polícia, o influenciador teria forjado o furto de um celular para gravar o episódio e publicar o conteúdo nas redes sociais.

Ele foi autuado em flagrante por denunciação caluniosa como estratégia de engajamento, prática que pode mobilizar indevidamente recursos policiais
Ele foi autuado em flagrante por denunciação caluniosa como estratégia de engajamento, prática que pode mobilizar indevidamente recursos policiais Crédito: Reprodução / YouTube

Operação Mantus

A Operação Mantus, deflagrada pela Polícia Civil de Roraima em abril de 2026, teve como alvo influenciadores suspeitos de divulgar plataformas ilegais de apostas online, incluindo o chamado “jogo do tigrinho”. A investigação também envolve suspeitas de lavagem de dinheiro e crimes contra o consumidor.

Entre os presos citados pela investigação estão Raniely Carvalho, Gildázio Cardoso — conhecido nas redes como “Mulherzona” —, Laís Ramos, Patrik Adhan, Amanda Faria, Adrielly Araújo, Dione Santos e Vitória Reis
Entre os presos citados pela investigação estão Raniely Carvalho, Gildázio Cardoso — conhecido nas redes como “Mulherzona” —, Laís Ramos, Patrik Adhan, Amanda Faria, Adrielly Araújo, Dione Santos e Vitória Reis Crédito: Governo do Goiás

Segundo a polícia, o grupo teria movimentado cerca de R$ 260 milhões em aproximadamente dois anos. Além das prisões, a operação cumpriu mandados de busca, bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens considerados ligados ao suposto esquema financeiro investigado.

Após o marco regulatório das bets, fundamentado na Lei nº 14.790/2023, houve a legalização deste setor, mas as plataformas ilegais ainda possuem forte presença no mercado de influência brasileira graças aos caches consideravelmente maiores
Após o marco regulatório das bets, fundamentado na Lei nº 14.790/2023, houve a legalização deste setor, mas as plataformas ilegais ainda possuem forte presença no mercado de influência brasileira graças aos caches consideravelmente maiores Crédito: Alvaro Diaz / Pexels

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