Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Fim dos aeroportos: setor da aviação projeta uso de carros voadores e deve mudar sistema de embarques e desembarques nas grandes cidades

Principal motor dessa transformação nos transportes é o desenvolvimento dos eVTOL

  • Foto do(a) author(a) Luiz Dias
  • Foto do(a) author(a) Agência Correio
  • Luiz Dias

  • Agência Correio

Publicado em 23 de maio de 2026 às 10:44

Proposta do setor da aviação é substituir terminais massivos por pequenos aeroportos domiciliares ou de bairro,
Proposta do setor da aviação é substituir terminais massivos por pequenos aeroportos domiciliares ou de bairro, "garagens aéreas" Crédito: Bokenoet / Wikimedia Commons

Já pensou em um mundo em que você não precisaria ir até o aeroporto? Imagine ainda mais longe e pense em ir para algum ponto na sua rua e pegar um carro voador. Essa é a proposta de algumas empresas de aviação modernas.

Apesar de parecer algo de um filme sci-fi, as chamadas aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL) estão avançando nas fases de teste. Com seu avanço, o acesso a veículos voadores de pequeno porte pode estar cada vez mais próximo.

Antes de existir avião, Leonardo da Vinci já desenhava máquinas de voo vertical, como o parafuso aéreo, ancestral conceitual distante dos helicópteros e eVTOLs por shonk / Wikimedia Commons

Por que tudo isso está avançando?

A aviação voltou a crescer com força depois da pandemia, mas construir aeroportos gigantes em áreas urbanas ficou mais caro, difícil e lento. Por isso, o setor aposta em tecnologia para atender mais gente sem depender apenas de obras enormes.

A Iata, associação global das companhias aéreas, estima que a demanda por viagens aéreas deve mais que dobrar até 2050. Esse crescimento pressiona aeroportos, empresas e governos a repensar embarque, segurança, acesso e conexões.

Um dos caminhos é espalhar partes da viagem. Em vez de concentrar tudo em um grande terminal, a jornada pode combinar metrô, trem automatizado, carro elétrico, eVTOL e aeroportos regionais, cada um cumprindo uma etapa.

Menos terminais

A ideia de ter “terminais de voo” em mais bairros parece futurista, mas já conversa com projetos em discussão no mundo todo. A FAA, agência de aviação dos Estados Unidos, trata os vertiportos como áreas de pouso e decolagem para aeronaves elétricas.

Esses espaços podem funcionar em aeroportos, heliportos adaptados ou novas estruturas urbanas. O objetivo é atender trajetos curtos, como ligações entre centro financeiro, hotéis, bairros afastados e terminais de voos nacionais ou internacionais.

Apesar de parecer distante demais da nossa realidade, já existem testes de carros voadores no Brasil, feitos em Taubaté, no interior de São Paulo
Apesar de parecer distante demais da nossa realidade, já existem testes de carros voadores no Brasil, feitos em Taubaté, no interior de São Paulo Crédito: Divulgação / Eve

Mesmo assim, a adoção não deve ser imediata nem barata. Antes de virar transporte comum, os eVTOLs precisam vencer etapas de certificação, comprovar segurança, reduzir ruído e mostrar que cabem na rotina das cidades sem criar novos problemas.

Impasse supersônico

Os aviões supersônicos também voltaram ao centro das apostas. A promessa é simples: cortar horas em rotas longas. Um voo entre continentes poderia ficar mais curto, especialmente para viagens de negócios e conexões premium.

A NASA testou o X-59, aeronave criada para estudar o voo supersônico silencioso. O projeto tenta transformar o estrondo sônico em um som mais suave, já que o barulho foi um dos grandes obstáculos para voos rápidos sobre áreas povoadas.

No passado, aviões supersônicos como o lendário Concorde foram proibidos de voar em áreas urbanas por causa dos danos patrimoniais e de saúde causados pelo estrondo
No passado, aviões supersônicos como o lendário Concorde foram proibidos de voar em áreas urbanas por causa dos danos patrimoniais e de saúde causados pelo estrondo Crédito: Eduard Marmet / Wikimedia Commons

Tags:

de Volta Para O Futuro Aviação Tecnologia