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Descubra como aproveitar o melhor do novo Mercado do Rio Vermelho

Confira roteiro para um rolé pelo Mercado

  • Foto do(a) author(a) Paula Magalhães
  • Paula Magalhães

Publicado em 28 de junho de 2014 às 06:45

 - Atualizado há 3 anos

Um giro pelo novo Mercado do Rio Vermelho é um bom programa para quem gosta de garimpar e degustar delícias.  A feira tradicional da cidade perdeu o título de Ceasinha e ganhou reforma e estrutura pomposa, além de espaços mais amplos, limpos e arejados. Aproveitando a novidade, engatamos uma rota que vale a pena ser desbravada. Apesar de boa parte das lojas ainda estarem fechadas - são 140 permissionários e apenas a metade está em funcionamento - mapeamos bons motivos para um ótimo passeio. Quem curte uma massa autêntica  deve fazer uma visita ao empório gourmet  La Mássima, que acabou de abrir as portas no mercado com um rico acervo de massas secas e semiprontas. Já se o intuito é provar um picolé com gostinho da fruta, dê uma paradinha na loja do Bira e se perca entre  32 sabores. Permissionários antigos também ganham cara nova com espaços mais vistosos e organizados. A loja Oropa, França e Bahia rouba a cena com um mix de artesanato brasileiro bem apurado. Para os amantes da cultura oriental, o Nippo brasileiro é parada obrigatória. Prove também o mal-assado do Edinho e se delicie com as comidinhas diversas da delicatessen  Natureza e Cia. Confira!Os picolés Bira’s são feitos com as frutas. Sâo 32 sabores que mudam a depender da colheita da época - este mês, tem jaboticaba e abacate (Fotos: Angeluci Figueiredo)O autêntico sabor da fruta no palito - O sabor da fruta toma conta do paladar. A sensação do kiwi, jaca, graviola ou da jaboticaba geladinha derretendo na boca desperta, de imediato, a vontade de querer tomar mais um. O baixo teor calórico também serve como estimulante. Os picolés Bira’s são novidades do Mercado do Rio Vermelho que vale a pena experimentar. Permissionário novo,  Ubirajara Chamusca Filho, apelidado de Bira - eis por que este é o nome da marca - vem fazendo sucesso com seus produtos oriundos da fábrica da Real, com sede em São Cristóvão. Ele trabalhou como relojoeiro durante 22 anos, mas descobriu nos picolés um mercado a explorar. “ Participando de uma feira com um estande de calçados, resolvi levar os picolés como alternativa complementar. Foi uma surpresa. Vendemos quatro mil produtos, fazendo uma renda muito maior do que com as sandálias”, conta Bira. Depois do episódio, começou a fazer delivery e o boca a boca foi a melhor propaganda. Além das frutas, é possível degustar  outros sabores como chocolate africano, milho verde, amendoim ou provar  combinações exóticas  como tapioca com leite condensado. As crianças também são presas da caldinha do morango pronta para adoçar o picolé mais azedinho da própria fruta. Preços e tamanhos Por conta da sazonalidade, entre as 32 opções, alguns sabores surgem e outros podem sumir, dependendo do período.  “Nessa época saem de cena umbu, tamarindo e graviola e entram a jaboticaba e o abacate”, explica Bira. Os tamanhos também agradam a todos os gostos e bolsos. Você escolhe se vai experimentar  o picolé tradicional com 75 ml, que custa R$ 2, ou se prefere a linha master, com 150 ml e preço de R$ 5 por unidade.Espaço dedicado aos produtos orientais, a loja Nippo já existia na Ceasinha e volta repaginada e mais charmosa, com artigos de decoração e delícias do outro lado do mundoMais que sushi - Um espaço dedicado aos produtos orientais: na loja Nippo brasileiro, você compra todos os ingredientes necessários para fazer um bom sushi, bebe suco coreano e ainda leva para casa artigos de decoração. Apesar do proprietário, Roberto Katsutoshi, não ser permissionário novo, depois da reforma do mercado, ele conseguiu fazer uma lojinha charmosa e bem atraente,  pronta para agradar os amantes da cultura oriental.  “Vendemos todos os componentes necessários  para o preparo de receitas japonesas, coreanas e tailandesas. Mas você também pode levar para casa um prato congelado de fácil preparo”, explica Roberto, que é descendente de japonês. Bom exemplo é a bandejinha com guiozas, pasteizinhos recheados e cozidos no vapor, que custa R$ 14. Porém, se o intuito é fazer o próprio pastel, o cliente tem a opção de comprar apenas a massa e pagar R$ 5.  Aos sábados, a novidade fica por conta das refeições preparadas para o consumo imediato no melhor mix de sushis e tempurá. De sobremesa, experimente a linha de picolés coreanos, com destaque para o melão, sabor mais pedido.Restaurante do Edinho é a opção ideal para quem gosta de comer bem. O prato mais pedido pelos clientes é a rabada com fatoMal-assado ou rabada? - Se você curte uma comida pesada das boas já tem endereço certo na visita ao mercado: o restaurante do Edinho. Alojado em uma estrutura maior e mais vistosa depois da reforma, o espaço fez fama por receitas como a galinha ao molho pardo, feijoada, mocotó e cozido. No quadro negro estão registradas as opções do dia. “Não falta no cardápio rabada com fato, um dos pratos mais pedidos pela clientela”, diz Fernanda Lúcia, filha de Edson de Lima, o dono do restaurante, popularmente conhecido como Edinho. Segundo ela, o filé mal-assado é o novo queridinho do momento. Servido com acompanhamentos típicos de uma boa comida caseira, como feijão, arroz e fritas, o prato custa R$ 29,90 para uma pessoa. Para duas, o preço sobe para R$ 34,90. O restaurante funciona da seguinte forma: o cliente faz o pedido e o próprio Edinho, leva até a mesa. Simpático, chama todo mundo de sócio, o que já virou até slogan da casa. A  família toda vive do negócio. Além da filha, a esposa Irene Messias é nutricionista e responde pelo preparo das delícias.A Oropa, França e Bahia, já conhecida pelo garimpo de artesanato, ganhou um espaço mais confortável para exibir seu mix de achadosHora do garimpo - A Oropa, França e Bahia é o espaço perfeito para quem adora garimpar. Você se perde entre os achados muito bem pensados, fruto do artesanato brasileiro. “Visitamos estados como Pernambuco, Minas Gerais, mas muita coisa também nasce no interior da Bahia e por onde mais o olhar viajar”, conta a proprietária Rita Assemany. Bolsas de couro trabalhadas, sapatinhos artesanais com pegada retrô e  esculturas que mais parecem obras de arte roubam a cena em um mix pop e muito colorido. Os preços são amigos do bolso e a partir de R$ 4, você já leva pequeninas bonequinhas graciosas para casa. Permissionária há 5 anos na antiga Ceasinha, a loja  aparece no novo mercado em um espaço muito mais confortável e arejado. Vale conhecer!O empório La Mássima já está pronto no novo mercado, com massas leves e prontas, além de deliciosos bolos e até casquinha de siriA casa das massas - O empório  La Mássima virou reduto para quem curte comprar e degustar uma boa massa. Com duas lojas, uma na Avenida Garibaldi e outra na Barra, é a vez do mercado sediar o mais novo espaço. Quem por lá aterrisa,  leva para casa   massas secas, leves e de fina textura, que exigem pouco tempo de preparo - 400 gramas custam R$ 20. O empório também vende  massas prontas,  que custam a partir de R$ 26 a porção individual. Entre os achados, olhos abertos para os sabores da Copa. “Tem espaguetini, parpadele e ravióli em verde e amarelo”, dá a dica a vendedora Taiane Cardoso. Mas, se o intuito é experimentar algo diferente, prove uma massa feita de  chocolate.   Os bolos artesanais também chamam atenção pelos muitos sabores. Outras tentações ainda complementam o acervo de comidinhas como uma boa casquinha de siri.Na Natureza e Cia dá para achar um pouquinho de tudo: queijos finos, pão de alho, frutas desidratadas, casadinho de goiaba e até acarajéUm pouquinho de tudo - Quem não tem tempo de passear por todo mercado pode ir na  Natureza e Cia. Na delicatessen, você acha um pouquinho de tudo. Pão de alho, grãos, frutas desidratadas e acarajé são algumas das delícias. Por lá também é possível degustar os sequilhos de Vitória da Conquista e os beijus de Santo Antônio,  no interior baiano. Entre as tentações, não deixe de experimentar o casadinho de goiaba, um dos produtos mais vendidos. Os queijos e derivados também fizeram a fama da loja, que virou  reduto dos chefes de cozinha. “Vendemos muitos tipos de queijos selecionados, como Gruyére e o Prima Donna”, explica a dona, Maria da Glória Martins. Ela já era permissionária na antiga Ceasinha, mas no novo espaço conseguiu uma melhor notoriedade.