HOSPITALIZADO

Filho de Zé Vaqueiro volta para UTI após parada cardíaca

Parada aconteceu pouco tempo depois do pequeno retornar ir para casa pela primeira vez desde o nascimento

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Publicado em 17 de maio de 2024 às 20:43

Zé e Ingra compartilharam em seus perfis de redes sociais o ocorrido Crédito: Reprodução/ Instagram

O filho do cantor Zé vaqueiro com a empresária Ingra Soares sofreu uma parada cardíaca nesta sexta-feira (17). O pequeno Arthur precisou ser encaminhado às pressas para o hospital, onde está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Zé e Ingra compartilharam em seus perfis de redes sociais o ocorrido. "Arthur hoje teve uma parada cardíaca, precisamos vir urgente para o hospital. Novamente ele está na UTI, mas não vou perder a minha fé e vou continuar na luta", comentou o cantor.

"Já estamos com ele hospitalizado novamente na UTI. Uma síndrome cruel, nos ajuda, Deus", compartilhou a mãe.

O bebê de apenas nove meses estava internado desde o nascimento em decorrência de uma má formãção conhecida como síndrome de Patau. O terceiro filho de Zé vaqueiro recebeu alta e estava em casa nesta quinta-feira (15), mas precisou ser hospitalizado novamente após a saída por conta da parada cardíaca.

"Sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, que um dia você chega lá. De alguma maneira você chega lá. Nosso milagre Arthur, em casa", celebrou a empresária na ocasião.

Síndrome de Patau

Arthur nasceu em julho de 20223 e logo após o nascimento, a criança foi diagnosticada com uma malformação congênita em consequência da trissomia do cromossomo 13. A condição é indicada como uma doença genética rara que impacta no desenvolvimento do bebê no útero. Em vez de 46 cromossomos (23 pares), o indivíduo nasce com 47 unidades genéticas, incluindo três cromossomos, não dois, no 13º par.

“Cerca de 67% dos fetos com SP (Síndrome de Patau) são abortados espontaneamente ou apresentam morte intrauterina; daqueles que chegam vivos ao nascimento, 50% acabam indo a óbito na primeira semana de vida e somente 9% alcançam o primeiro ano”, explica artigo da Revista Paulista de Pediatria.

A malformação congênita pode influenciar na presença de baixo peso ao nascer, fenda labial ou palatina, problemas no crescimento, polidactilia (dedos extras), deficiência intelectual e anormalidades esqueléticas.

*Com informações do jornal O Povo.