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ACM Neto defende reduzir jornada de trabalho no Brasil com regra de transição

Pré-candidato ao governo da Bahia afirmou que o modelo atual, com seis dias de trabalho para um de descanso, “penaliza” o trabalhador

  • Foto do(a) author(a) Rodrigo Daniel Silva
  • Rodrigo Daniel Silva

Publicado em 15 de abril de 2026 às 12:44

ACM Neto, pré-candidato ao governo da Bahia
ACM Neto, pré-candidato ao governo da Bahia Crédito: Divulgação

Pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) defendeu, nesta terça-feira (14), a redução da jornada de trabalho no Brasil, com uma transição gradual para evitar perda de empregos. Para ele, o modelo atual, com seis dias de trabalho para um de descanso, “penaliza” o trabalhador.

"Acho que 44 (horas) é pesado demais, como é hoje. Então, tem que ter redução de jornada. Eu acho que tem que ter flexibilidade na escala. Ou seja, não dá para manter a escala 6 por 1", afirmou ACM Neto, em entrevista à rádio Baiana.

“(A mudança na escala) tem que ser feita preservando os empregos. Não adianta transformar isso apenas em uma bandeira política, que depois vai significar uma onda de desempregos. Mas sou a favor da mudança”, acrescentou.

Nesta quarta-feira (15), o deputado federal baiano Paulo Azi (União Brasil) apresentou o parecer pela admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata da redução da jornada de trabalho na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados A votação do texto foi adiada após pedido de vista (mais tempo para análise).

Nesta fase da tramitação, cabe à CCJ avaliar a constitucionalidade da proposta. O debate sobre o mérito, incluindo impactos e eventuais mudanças no texto, ocorre posteriormente em comissão especial.