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Rodrigo Daniel Silva
Publicado em 27 de maio de 2026 às 13:34
Com a proposta de coletar sugestões da população baiana e utilizá-las na construção de seu programa de governo, o pré-candidato ao governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) lançou, nesta quarta-feira (27), o movimento de participação popular “Sua voz é nossa voz”. >
O movimento percorrerá municípios de diferentes regiões da Bahia ao longo dos próximos meses. A primeira parada será em Jacobina, no centro-norte do estado, onde ACM Neto e sua comitiva política estarão na próxima terça-feira (2) para um encontro com moradores e lideranças locais. A atividade será realizada na Associação Comercial e Industrial de Jacobina.>
“O ‘Sua voz é nossa voz’ vai ser um programa de ampla escuta popular Nós pretendemos alcançar todos os 417 municípios do estado da Bahia”, ressaltou ACM Neto, durante entrevista coletiva. >
Além dos encontros presenciais nos municípios, a população poderá enviar propostas e sugestões por meio do site do movimento (clique aqui e acesse o portal) e também via WhatsApp. Nos locais onde os eventos forem realizados, haverá ainda um QR Code que direcionará os participantes para os canais digitais de contribuição.>
ACM Neto fez questão de diferenciar o movimento “Sua voz é nossa voz” da iniciativa promovida pela pré-campanha do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Segundo o ex-prefeito de Salvador, a principal diferença entre os dois projetos é que, no caso do Programa de Governo Participativo (PGP) do grupo petista, muitas das propostas apresentadas pela população não são efetivamente colocadas em prática após a eleição.>
“Não posso admitir que o governador Jerônimo tenha coragem de voltar a uma cidade na qual, há quatro anos, fez uma promessa que estava no PGP e vá lá fazer a mesma promessa de novo, como se não tivesse sido candidato há quatro anos e como se não tivesse tido tempo suficiente para cumprir aquela promessa”, criticou Neto.>
ACM Neto afirmou ainda que, no caso do Programa de Governo Participativo, os resultados são “manipulados”.>
“O PGP deles é uma coisa que é feita ali em quatro paredes. Toda manipulada para ter um resultado que interesse a eles. Tudo feito e manipulado pelas pessoas dos partidos e do centro do governo. Nós queremos fazer uma coisa ampla. Quero dar voz a todos os baianos, sobretudo, aos que não têm uma identificação partidária imediata. Não têm uma militância. Não têm como chegar na gente. Eu não quero fazer uma coisa maquiada”, frisou o pré-candidato do União Brasil.>