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Deputado ironiza anúncios de adesão de prefeitos por Jerônimo: 'Daqui a pouco a Bahia tem mais de 1 mil cidades'

Luciano Riberio afirmou que o uso da máquina pública para pressionar lideranças locais é "incompatível" com a democracia

  • Foto do(a) author(a) Pombo Correio
  • Pombo Correio

Publicado em 23 de abril de 2026 às 16:08

Luciano Ribeiro
Deputado estadual Luciano Ribeiro (União Brasil)  Crédito: Reprodução

O deputado estadual Luciano Ribeiro (União Brasil) ironizou nesta quinta-feira (23) a estratégia adotada pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) de divulgar adesões de prefeitos à sua base política e afirmou que o "movimento artificial" revela "desespero diante da perda de apoio popular no estado". Segundo ele, a maioria dos anúncios é “fake” e a situação virou motivo de chacota nos bastidores políticos.

“Todo dia aparece uma nota anunciando que mais um prefeito aderiu ao governador. Daqui a pouco a Bahia já tem mais de 1 mil cidades, porque todo dia eles aparecem com um prefeito novo inventando adesão. O problema é que a Bahia só tem 417 municípios. Parece até piada”, declarou.

Para Ribeiro, a repetição das notas pela assessoria do governador tenta construir uma imagem de força política que não corresponde à realidade. “Isso virou uma operação de marketing para tentar mostrar uma força que já não existe. O governo sente a queda nas pesquisas, percebe a frustração nas ruas e tenta compensar com factóides diários”.

O deputado também criticou o que classificou como "constrangimento imposto" a gestores municipais. “Muitos prefeitos, inclusive de perfil independente ou ligados à oposição, são chamados para reuniões administrativas e acabam sendo usados em fotos e matérias oficiais para gerar constrangimento político. Isso não é postura republicana. Pelo contrário, isso é autoritarismo”, afirmou.

Segundo ele, o uso da máquina pública para pressionar lideranças locais é "incompatível" com a democracia. “Transformar agenda institucional em instrumento de intimidação política é uma prática autoritária e antidemocrática. Prefeito precisa ser respeitado, não coagido”, frisou.