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Delegado é morto a tiros na porta de condomínio em Lauro de Freitas

Luís Carlos Couto trabalhava na 11ª Delegacia, no bairro de Tancredo Neves, em Salvador

  • D
  • Da Redação

Publicado em 2 de abril de 2016 às 15:13

 - Atualizado há 3 anos

O delegado da Polícia Civil, Luís Carlos Ribeiro Couto, 59 anos, morreu no início da tarde deste sábado (2), depois de ser baleado por dois suspeitos quando saía de sua residência, localizada em um condomínio em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. Ele chegou a ser socorrido para o Hospital Geral Menandro de Faria, mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com a assessoria da Polícia Militar, o crime aconteceu por volta das 13h. Luís Carlos saiu para jogar o lixo fora do condomínio Vila Atlântica, onde morava e era o síndico, quando suspeitou de dois homens que estavam nas imediações do local.

Segundo testemunhas, os homens estavam próximos a dois carros suspeitos parados na rua. O delegado voltou para casa e pegou uma arma. Ao retornar ao local onde os suspeitos se encontravam, houve troca de tiros e o delegado acabou atingido no peito. A mulher dele veio logo atrás e o abraçou. Foi quando os criminosos fugiram.Foto: Reprodução Dois pedreiros, que trabalhavam numa obra próxima, e mais dois vizinhos, correram para socorrer o delegado Couto. Um deles levou a vítima até o hospital. Conforme relatos de vizinhos, que preferiram não se identificar, cinco disparos foram ouvidos. Além do tiro que atingiu o delegado, outras duas marcas de tiros puderam ser identificadas no local.

Uma equipe da PM chegou a ser chamada, mas ao chegar ao local ele já havia sido socorrido pelos familiares.  De acordo com a Polícia Civil, Luís Carlos Couto trabalhava como plantonista na 11ª Delegacia, localizada no bairro de Tancredo Neves. 

Câmeras registraram crimeA Polícia Técnica recolheu imagens de câmeras de segurança na região para serem analisadas. Segundo policiais ouvidos pelo CORREIO no local do crime, as imagens mostram o momento em que o delegado é baleado e devem ajudar a elucidar o crime. Segundo a polícia, quatro testemunhas do crime já foram ouvidas sobre o caso.

O corpo de Luís Carlos Ribeiro Couto foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) e vai passar por perícia antes de ser liberado para o sepultamento. Os suspeitos ainda são desconhecidos. O caso vai ser investigado pelo delegado Joelson Reis, da 23ª Delegacia (Lauro de Freitas), e pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). 

Equipes da Polícia Militar, do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom) e do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) fazem buscas na região onde o crime aconteceu.

Couto deixa esposa, com quem morava, e uma filha adulta. A família não quis falar com os repórteres do CORREIO. No local do crime, moradores disseram que o delegado era uma pessoa animada, que tratava bem as pessoas e tinha um bom relacionamento com os vizinhos.