Cadastre-se e receba grátis as principais notícias do Correio.
Da Redação
Publicado em 1 de dezembro de 2016 às 11:23
- Atualizado há 3 anos
A Polícia Militar frustrou, na manhã desta quinta-feira (1º) um roubo à loja Americanas, que fica na Estrada da Paciência, no bairro Cajazeiras 8, em Salvador. O grupo com quatro homens armados chegou por volta das 8h, quando a loja estava sendo aberta. Três dos suspeitos estão presos.>
Doze funcionários estavam no local no momento da tentativa de assalto. Segundo testemunhas, dois suspeitos ficaram na frente do estabelecimento enquanto os outros dois entraram, renderam os funcionários e levaram todos para o fundo da loja.>
A polícia foi acionada e uma equipe da 13ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Cajazeiras) conseguiu flagrar a ação do grupo. Segundo um segurança da loja, que não quis se identificar, a viatura chegou em cerca de 10 minutos.>
Os policiais renderam os dois bandidos na frente do estabelecimento. Um dos ladrões que estava dentro da loja se entregou e o quarto suspeito conseguiu fugir. "Graças a Deus a polícia chegou a tempo de evitar uma coisa pior", disse um funcionário. Segundo a PM, antes de anunciar o assalto, os suspeitos tinham rendido um cliente do lado de fora da loja e obrigado ele a entrar na loja para realizar compras.>
Ainda não há informações sobre como o quarto suspeitos conseguiu fugir, já que não há outra saída na loja. Amado Jorge Santos Cruz, 22, George Alberto de Santana Nascimento, 24, e Tiago Santos de Araújo, 26, foram presos em flagrante e levados para a 13ª Delegacia (Cajazeiras), onde foram autuados pela titular, Alverenda Oliveira.>
Ainda de acordo com a PM, a ocorrência ainda está em andamento, pois os policiais estão em diligência para tentar localizar e prender o quarto suspeito, que está armado. >
Os representantes da unidade não quiseram comentar o ocorrido. A loja foi reaberta ao público por volta das 10h30 e vai funcionar normalmente. Nada foi roubado.>
Cliente da loja, a dona de casa Cremilda Luciano de Jesus, de 50 anos, reclamou da insegurança. "Nada escapa agora. A pessoa não tem nem o direito de fazer as compras em paz, coitados dos funcionários", disse. "Como é que esses homens conseguiram entrar aqui? A gente não tem segurança em nenhum lugar mesmo", comentou a assistente de enfermaria Débora Nascimento, de 24 anos.>