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Estudante é esfaqueada e estrangulada até a morte na Bahia; ex é suspeito do crime


 

Assassinato foi planejado para que autores pudessem vender carro da vítima

  • Da Redação

Publicado em 16/09/2021 às 20:47:00
Atualizado em 22/04/2023 às 15:12:06
. Crédito: Reprodução/Redes Sociais

O corpo da jovem Sashira Camilly Cunha Silva, de 19 anos, foi encontrado nesta quinta-feira (16), no município de Planalto, sudoeste da Bahia. Ex-namorado da vítima confessou autoria. Ao todo, três pessoas foram presas por suspeita de envolvimento.

Tanto Sashira quanto os suspeitos eram estudantes universitários e cursavam Engenharia Civil. De acordo com informações da TV Bahia, a vítima estava desaparecida e era procurada pelos familiares. O caso aconteceu em Vitória da Conquista (BA).   O ex-namorado da jovem, que não teve o nome divulgado, compareceu à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), junto com uma advogada, por volta das 0h desta quinta, e contou detalhes do ocorrido.   Pela manhã, equipes da Coordenadoria de Polícia e da Deam, foram nas casas de outros dois suspeitos indicados. Um deles levou os policiais até o local onde o corpo foi abandonado, no município de Planalto.   Segundo a Deam, o ex-namorado dopou a jovem com um remédio de uso controlado e a esfaqueou no pescoço e no rosto. Um segundo indivíduo foi responsável por pegar o carro de Sashira, já que o plano era vendê-lo posteriormente. No entanto, ao chegar ao local do crime, ele percebeu que a jovem ainda estava com vida e a enforcou até a morte.   A delegacia especializada também informou que o terceiro suspeito teria feito a conexão entre o ex da jovem e o segundo envolvido, já que eles não eram próximos. O rapaz ainda pagou um carro de aplicativo para que o segundo indivíduo fosse até o local do crime. Ambos, segundo e terceiro envolvidos, alegaram que não sabiam que a vítima seria Sashira.  Não foi a primeira vez   De acordo com a Deam, a jovem já teria sido agredida pelo ex-namorado quando tinha 17 anos. Na ocasião, ela levou uma cabeçada no nariz.   O caso chegou a ser registrado no Núcleo da Criança e do Adolescente e foi expedido uma medida protetiva. Contudo, não estava mais em vigor.    Os suspeitos do crime foram colocados à disposição da Justiça.