Cadastre-se e receba grátis as principais notícias do Correio.
Da Redação
Publicado em 26 de julho de 2017 às 12:26
- Atualizado há 3 anos
Bomba na estação de metrô era lixo que seria levado para reciclagem (Foto: SSP/Divulgação)A mochila cheia de material reciclável deixada na estação de metrô pelo professor Enéas Sena, 48 anos, na tarde de terça-feira (23) não foi a primeira situação de suspeita de bomba que mobilizou a polícia da Bahia. Enéas colocou a mochila na lixeira destinada a materiais de reciclagem da estação de Brotas, que chegou a ser interditada por suspeita de abrigar um suposto artefato explosivo. >
Há um ano, o Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Militar, também foi chamado para identificar e desarmar um suposto artefato explosivo durante a realização da prova da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) na Unijorge, na Avenida Paralela.>
Naquele dia, a ameaça não tinha sido abandonada, mas era “carregada” no próprio corpo pelo bacharel em Direito Frank Oliveira da Costa, 36, que chegou ao local e ameaçou explodir o prédio depois de ter tentado passar na prova da OAB por 18 vezes. Foto: Divulgação/SSPEm vez de uma bomba presa ao corpo, no entanto, Frank levava balas de gengibre para simular os explosivos. Na época, a mãe de Frank disse que ele estava desempregado, era pai de dois filhos e tinha perdido uma vaga em um concurso por não ter o registro na OAB. Ele respondeu por “provocar alarme, anunciando desastre ou perigo inexistente, ou praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto”.>
Em junho de 2013, outro susto. Depois que um rapaz deixou uma caixa em um ônibus e saiu correndo, o veículo foi isolado na Avenida ACM e o Bope também foi ao local verificar a ameaça. Na caixa, em vez de bomba, havia uma oferenda com flores, velas e bolinhos de estudante.>
No último dia 10 de junho, foi a vez de moradores da Boca do Rio tomarem o susto: um aparelho numa mercadoria foi confundido com bomba e o Bope também foi chamado.>