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Produtora é encontrada morta com marcas de estrangulamento na Bahia; DJ é suspeito

Suspeito chegou a gravar vídeos negando envolvimento antes de morrer

  • Foto do(a) author(a) Wendel de Novais
  • Wendel de Novais

Publicado em 13 de abril de 2026 às 07:20

Juliana Guaraldi foi morta em casa; DJ Danka é principal suspeito Crédito: Reprodução

Uma mulher identificada como Juliana Guaraldi, de 39 anos, foi encontrada morta dentro da própria casa, em Arraial d’Ajuda, no sul da Bahia, na última sexta-feira (10). A vítima apresentava marcas de estrangulamento. O principal suspeito do crime, Daniel Carlos Sobreira de Sousa, de 41 anos e ex-companheiro de Juliana, foi encontrado morto na madrugada de domingo (12), logo após ter a prisão preventiva decretada pela Justiça.

Juliana, que trabalhava como produtora de eventos, estava desaparecida desde o dia 7 de abril, quando fez o último contato com familiares. De acordo com a polícia, o corpo foi localizado em estado avançado de decomposição e apenas com roupas íntimas. As investigações apontam que a morte pode ter ocorrido ainda no dia do desaparecimento.

Juliana Guaraldi era produtora de eventos na Bahia por Reprodução

Daniel Carlos, conhecido como DJ Danka, era relativamente conhecido na região por atuar em festas e eventos. Segundo a investigação, ele e Juliana mantinham um relacionamento conturbado. No fim de março, uma discussão entre os dois durante uma festa terminou em agressões envolvendo outras pessoas.

Mesmo com a mulher já desaparecida, o suspeito procurou a polícia para registrar um boletim de ocorrência por roubo e agressão. Paralelamente, investigadores identificaram movimentações consideradas atípicas, como o uso contínuo de aplicativos de mensagens e possíveis alterações no IMEI do celular no período em que o corpo da vítima foi encontrado.

Juliana e DJ Danka tiveram relacionamento por Reprodução

Na véspera de ser localizado morto, Daniel publicou vídeos nas redes sociais afirmando que estava em Goiânia e negou qualquer participação no crime. “Eu não estava presente no fato do assassinato, estou sabendo até pelos sites. Eu não estava em Arraial D'Ajuda, já estava aqui em Goiânia, tenho comprovações que estava falando com a Juliana. Nós já estávamos separados”, disse.

Ainda no sábado (11), a Justiça determinou a prisão preventiva do suspeito. As circunstâncias da morte dele, na madrugada seguinte à decisão, não foram detalhadas oficialmente. A polícia trata o caso como feminicídio.

Tags:

Crime Feminicídio Juliana Guaraldi dj Danka