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Da Redação
Publicado em 28 de abril de 2009 às 10:59
- Atualizado há 3 anos
Mais de 600 trabalhadores do Movimento dos Trabalhadores Assentados, Acampados e Quilombolas da Bahia – CETA continuam acampados na sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em Bom Jesus da Lapa, oeste baiano. Eles ocuparam o local na manhã de segunda-feira (27), em protesto pela regularização de terras que estão sob responsabilidade do instituto e pela demarcação dos territórios quilombolas sob domínio de fazendeiros.>
A ocupação faz parte das ações do Movimento que também estão acampados na sede da Secretaria da Agricultura (Seagri), no Centro Administrativo da Bahia, na capital baiana.>
Segundo Hamilton Gonzaga, coordenador estadual do CETA, foram feitas duas audiências públicas para denunciar o uso indevido das terras, porém o judiciário continua a dar reintegração de posse das áreas públicas para fazendeiros, e as comunidades acabam são prejudicadas. 'O que queremos é a demarcação de terras para a comunidade quilombola, além da desapropriação e regularização fundiária das terras', destacou. >
Em reunião com o superintendente do Incra, Hamilton Félix dos Santos, os manifestantes apresentaram as reivindicações. Em Salvador, os cerca de mil trabalhadores que estão no CAB se reuniram com a Seagri, porém aguardam marcar audiência com o Governador Jaques Wagner, para tratar das demandas do movimento no estado.>
(Notícia atualizada ás 15h34)>