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Da Redação
Publicado em 24 de dezembro de 2010 às 10:44
- Atualizado há 3 anos
Redação CORREIO>
João Bosco Damascena foi orientado por advogados a entregar, à polícia, a pistola utilizada pelo filho para matar a noiva e o padrinho na festa de casamento no último sábado (18), em Pernambuco. Ele disse que a intenção foi proteger o filho, antes de saber que ele tinha se matado.Segundo o portal Terra, a arma não estava registrada. O pai foi liberado, mas pode ser indiciado por falso testemunho, posse ilegal de arma e obstrução do trabalho da polícia.>
O crimeO assistente de vendas Rogério Damascena assassinou a esposa, uma advogada, o chefe dele e padrinho do casal, e depois se matou com um tiro na testa. O noivo chegou a ser chegou a ser internado no Hospital da Restauração (HR), mas não resistiu e teve morte cerebral na manhã de domingo (19). O enterro dele será realizado nesta segunda-feira (20). Segundo testemunhas, a festa transcorria normalmente até o momento em que o noivo dirigiu-se à caminhonete do pai, onde supostamente estaria a arma. A polícia avalia que houve premeditação, pois o noivo teria anunciado que todos teriam uma surpresa.Os corpos de Renata e Marcelo foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML). O caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).Segundo o Jornal do Comércio, a festa, em um condomínio de luxo, era para 200 convidados e teria sido presente da família da noiva. Ao jornal, o delegado João Brito, afirmou que o crime foi premeditado. "Eram cerca de 2 horas da manhã e a festa estava no auge, quando o noivo disse 'vocês vão ter uma surpresa'", afirmou Brito à equipe de reportagem. Depois, Damascena teria saído e voltado com a arma, começando a atirar.>