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'Extrema má-fé': como o Itaú escondeu cobranças indevidas em cartões de clientes

Ação do MP detalha atuação do Itaú ao cobrar por serviços não contratados, obrigar clientes a pagar pelos valores e dificultar cancelamento

  • Foto do(a) author(a) Metrópoles
  • Metrópoles

Publicado em 27 de maio de 2026 às 09:56

Funcionários do Itaú que trabalham em home office foram demitidos
Itaú Crédito: Divulgação

Pequenos valores cobrados todos os meses na fatura de cartões de crédito de centenas de milhares de clientes. E mais: por serviços não contratados ou sequer solicitados pelos correntistas. Foi essa a prática que o Itaú admitiu adotar ao longo dos últimos 14 anos ao assinar acordo com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).

Os métodos utilizados pelo Itaú para ludibriar os clientes, impor as cobranças e dificultar o cancelamento destas foram descritos na ação civil coletiva que deu origem ao acordo, revelado pelo Metrópoles, na coluna Manoela Alcântara. O documento também expõe a dimensão da prática, classificada como de “extrema má-fé”, ao alcançar correntistas do Itaú e clientes de cartões parceiros do banco, como os oferecidos por lojas de departamento.

O acordo firmado entre o CNJ e as principais instituições financeiras do país sela o início de uma nova era na recuperação de ativos judiciais, com foco em automação. Rômulo Serpa/CNJ  por cnj

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Itaú