Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

FAB investiga caso de avião que saiu de Salvador e ficou a 22 metros de colisão com outra aeronave

Sistema de segurança e ação da torre evitaram colisão

  • Foto do(a) author(a) Maysa Polcri
  • Maysa Polcri

Publicado em 1 de maio de 2026 às 13:59

Aviões voaram próximos
Aviões voaram próximos Crédito: Reprodução

A Força Aérea Brasileira (FAB) abriu uma investigação para apurar a aproximação de dois aviões da Azul e da Gol que ficaram separados a poucos metros de distância vertical. O caso ocorreu na manhã de quinta-feira (30) no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. 

O Departamento de Controle do Espaço Aéreo informou que, na fase inicial, serão coletados e confirmados dados, preservados elementos, feita a verificação de possíveis danos às aeronaves e reunidas outras informações necessárias para esclarecer o episódio.

A situação envolveu um Boeing 737-800 da Gol, que fazia o voo G3 1629, vindo de Salvador, e se preparava para pouso, e um Embraer E195-E2 da Azul, que iniciava decolagem rumo a Confins, em Minas Gerais, no voo AD6408.

No momento em que a aeronave da Gol se aproximava para pouso, o avião da Azul recebeu autorização para alinhar e iniciar a decolagem na mesma pista.

Ao identificar o risco, o controle de tráfego aéreo tentou interromper a manobra. Pelos áudios da torre, o jato da Azul demorou a iniciar a corrida de decolagem, o que reduziu o tempo de separação entre as aeronaves. Diante da situação, os controladores pediram que a Azul abortasse a decolagem e orientaram o piloto da Gol a arremeter, interrompendo o pouso e retomando a altitude.

Houve ainda uma falha inicial de comunicação com o voo da Azul. Conforme os registros, a torre precisou repetir a instrução para cancelar a decolagem, já que não houve resposta imediata da tripulação. Ao mesmo tempo, o piloto da Gol foi instruído a desviar a trajetória e subir.

O sistema automático de alerta de colisão, conhecido como TCAS (Traffic Alert and Collision Avoidance System), também contribuiu para evitar um choque. O recurso emitiu avisos de proximidade que auxiliaram os pilotos na tomada de decisão.

A menor distância registrada entre os aviões foi de cerca de 22 metros, valor correspondente à separação vertical no momento mais crítico da ocorrência.