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Justiça aceita denúncia contra técnicos de enfermagem acusados de matar pacientes internados

Três técnicos foram denunciados por homicídios após mortes em hospital do DF

  • Foto do(a) author(a) Maysa Polcri
  • Maysa Polcri

Publicado em 18 de março de 2026 às 18:04

Amanda, Marcos e Marcela foram presos pelas mortes dos pacientes
Amanda, Marcos e Marcela foram presos pelas mortes dos pacientes Crédito: Reprodução

A Justiça do Distrito Federal aceitou denúncia contra três técnicos de enfermagem pelas mortes de pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF). Ao menos três pessoas que estavam internadas teriam sido mortas pelos acusados, segundo as investigações.

O juiz entendeu que há indícios suficientes de materialidade e autoria para dar início à denúncia de homicídio qualificado contra o trio, segundo divulgado pelo portal Metrópoles. No início deste mês, a polícia indiciou Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, 24, Amanda Rodrigues de Sousa, 28, e Marcela Camilly Alves da Silva, 22, pelo crime. As mortes foram registradas entre 19 de novembro e 1º de dezembro de 2025. 

Marcos Vinícius foi indiciado por três homicídios triplamente qualificados, com o emprego de veneno, traição/meio insidioso e dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa da vítima. Ele também responderá à Justiça pela acusação de falsificação de documento particular e uso de documento falso.

Suspeito Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo por Reprodução

Marcela também foi indiciada pelas três mortes. Se forem julgados culpados, ela e Araújo poderão ser condenados a até 90 anos de prisão. Já Amanda foi indiciada por dois homicídios, também triplamente qualificados, e pode ser sentenciada a até 60 anos de reclusão.

As vítimas foram identificadas como a professora aposentada Miranilde Pereira da Silva, 75; o servidor público João Clemente Pereira, 63, e o também servidor público Marcos Moreira, 33 anos. Outras mortes suspeitas também são investigadas.

O caso só veio a público em meados de janeiro, após a Polícia Civil deflagrar a Operação Anúbis e deter os três técnicos de enfermagem. Eles já tinham sido demitidos pelo Hospital Anchieta, que denunciou à polícia as “circunstâncias atípicas” em que três pacientes internados na UTI morreram. De acordo com as investigações, as vítimas tiveram parada cardíaca após terem recebido injeções de altas doses de medicamentos.