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Médico residente atira dentro de hospital, rouba carro para fugir e é preso

Caso aconteceu no Hospital Cemil, em Umuarama, no Paraná

  • Foto do(a) author(a) Maysa Polcri
  • Maysa Polcri

Publicado em 16 de abril de 2026 às 19:51

Caso foi registrado no Paraná
Caso foi registrado no Paraná Crédito: Reprodução

Um médico residente disparou uma arma dentro do setor de ortopedia do Hospital Cemil, na cidade de Umuarama, no Paraná. Ele roubou um carro durante a fuga, mas foi alcançado e preso em flagrante. Ele foi identificado como Gabriel Damasceno Camargo, de 27 anos. O caso foi registrado na tarde de quarta-feira (15).

As investigações apontam que o residente atirou contra um ortopedista durante uma consulta, segundo informações do g1. O tenente-coronel Carlos Peres contou que a situação ocorreu durante o terceiro atendimento que o residente fazia junto com o médico. O tiro atingiu de raspão a cabeça de uma paciente, segundo a Polícia Militar (PM-PR). Ela não corre risco de morte. 

"Nem o médico, nem a paciente que estava sendo atendida, perceberam ele sacando essa arma. O médico disse que só percebeu um estampido forte e viu que a paciente estava ao solo", informou a polícia. Ainda segundo o g1, Gabriel Damasceno teria dito que possui transtorno bipolar e que faz uso de medicamentos para depressão.

O residente fugiu a pé depois do disparo, rendeu um motorista, fez outro disparo contra o chão e roubou o carro. Ele foi encontrado pouco tempo depois e preso em flagrante. A polícia apreendeu um revólver calibre 32 com seis munições, além de outras 17 intactas. A Polícia Militar informou que ele não tem porte de arma e o revólver não tem registro.

Ao g1, o advogado Robson Meira, que atua na defesa do residente, disse que ainda não teve acesso integral ao processo. "Somente com a análise técnica, minuciosa e responsável de todos os elementos de provas já produzidos será possível um pronunciamento adequado", disse. 

"A defesa reafirma seu compromisso com o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa, princípios fundamentais do Estado Democrático de Direito, destacando que qualquer conclusão antecipada se apresenta prematura, especialmente antes do esclarecimento completo dos fatos", acrescentou.