Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, se apresenta à delegacia após determinação de Gilmar Mendes

Henry Borel morreu na madrugada de 8 de março de 2021

  • Foto do(a) author(a) Wladmir Pinheiro
  • Wladmir Pinheiro

Publicado em 20 de abril de 2026 às 15:13

Monique Medeiros
Monique Medeiros, após se entregar à 34ª DP (Bangu), é levada para a cadeia Crédito: Reprodução/TV Globo

A professora Monique Medeiros, ré pela morte do filho, Henry Borel Medeiros, se entregou à polícia do Rio de Janeiro nesta segunda-feira (20).

A apresentação ocorreu na 34ª Delegacia de Polícia, em Bangu, três dias após o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, determinar o retorno dela à prisão, na sexta-feira (17).

Sessão do julgamento do caso Henry Borel por Reprodução/TV Globo

No sábado (18), o magistrado rejeitou recurso da defesa e manteve a ordem de prisão preventiva.

Após ser ouvida na delegacia, Monique foi encaminhada ao sistema prisional por volta das 12h e levada para a penitenciária de Benfica, unidade que funciona como porta de entrada de detentos no estado.

Henry Borel morreu na madrugada de 8 de março de 2021. Segundo laudos periciais, a criança sofreu hemorragia interna e laceração no fígado. A versão inicial apresentada por Monique e pelo padrasto, o ex-vereador Dr. Jairinho, de que o menino teria caído da cama, foi descartada pelos peritos.

O Ministério Público sustenta que Henry foi vítima de agressões praticadas por Jairinho e aponta omissão por parte da mãe.

Em nota, a defesa de Monique afirmou que, ao tomar conhecimento do mandado de prisão, ela decidiu se apresentar espontaneamente. Os advogados negam participação da professora no crime e alegam que ela também era vítima do ex-companheiro.