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Mulher que perdeu bilhete recebe prêmio da Mega da Virada por ordem da Justiça

Caixa havia negado pagamento por falta do comprovante original

  • Foto do(a) author(a) Carol Neves
  • Carol Neves

Publicado em 8 de abril de 2026 às 08:23

Mega-Sena
Mega-Sena Crédito: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Uma mulher conseguiu na Justiça o direito de receber sua parte de um prêmio da quina da Mega da Virada, mesmo sem apresentar o bilhete original da aposta. O caso aconteceu em São Paulo, e o entendimento judicial foi de que ficou comprovada sua participação no bolão vencedor.

A decisão determinou que a Caixa Econômica Federal faça o pagamento de R$ 14,2 mil, acrescidos de correção monetária e juros. O valor havia sido negado anteriormente porque a apostadora não possuía o comprovante físico exigido pelas regras da instituição.

1. Entenda o jogo antes de apostar (cada modalidade tem regras e probabilidades diferentes.) por Marcello Casal Jr/Agência Brasi

Segundo informações do Metrópoles, a mulher foi avisada por uma funcionária de uma lotérica, em janeiro de 2025, de que uma das cotas compradas por ela havia sido contemplada na Mega da Virada de 2024.

Ao tentar retirar o prêmio, percebeu que havia perdido o bilhete e registrou um boletim de ocorrência. A Caixa recusou o pagamento inicialmente, alegando que as normas operacionais exigem a apresentação do comprovante original da aposta para liberar valores de premiação.

Sem o documento, a instituição afirmou que não era possível confirmar o direito ao prêmio.

O caso foi analisado pela 7ª Vara do Juizado Especial Federal de São Paulo, que concluiu haver elementos suficientes para comprovar a participação da mulher no bolão premiado.

Na decisão, o juiz entendeu que os documentos apresentados eram adequados para demonstrar a realização da aposta e transferiu à Caixa o ônus de provar o contrário - o que não ocorreu. Diante disso, foi determinado o pagamento da quantia à apostadora.

O entendimento reforça que, mesmo na ausência do bilhete físico, o direito ao prêmio pode ser reconhecido judicialmente quando existirem provas consistentes da participação na aposta.