Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

PF apreende celular de chefe do setor de presentes da Presidência sob Bolsonaro

Mandado de busca e apreensão foi aceito pela Justiça após servidor não cumprir promessa de entrega voluntária do aparelho

  • D
  • Da Redação

Publicado em 12 de maio de 2023 às 09:40

 - Atualizado há 3 anos

. Crédito: Reprodução

A Polícia Federal apreendeu, nesta sexta-feira (12), o celular de Marcelo da Silva Vieira, chefe do Gabinete de Documentação Histórica da Presidência da República no mandato de Jair Bolsonaro (PL). Ação é parte do inquérito que apura o caso das joias sauditas que entrou no Brasil sem declaração. 

Em depoimento no mês de abril, Vieira afirmou que havia participado de um telefonema sobre um ofício feito pelo tenente-coronel Mauro Cid para tentar resgatar as joias sauditas apreendidas pela Receita Federal no Aeroporto de Guarulhos.

Ao depor, tinha prometido entregar o celular para a perícia e só não deixou o aparelho no dia porque “estava atrasado” e iria “pegar um voo”. A PF aceitou. A entrega do aparelho, no entanto, não foi feita posteriormente. 

O pedido da PF para apreensão do celular foi atendido pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3).

Vieira relatou à PF que, em outubro de 2021, recebeu um contato do Ministério das Minas e Energia informando que o ex-titular Bento Albuquerque havia recebido um presente de autoridade estrangeira para “ser entregue ao presidente da República”.

Albuquerque liderou a comitiva do governo brasileiro que, naquele ano, foi à Arábia Saudita e voltou com presentes de autoridades locais. Parte deles, o conjunto de joias de R$ 16 milhões foi descoberto pelos funcionários da Alfândega do Aeroporto de Guarulhos.