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Plataforma é criada para denúncias de complicações de procedimentos estéticos invasivos

Mecanismo deve contribuir para coibir a realização de procedimentos por profissionais não habilitados e para ampliar a segurança dos pacientes no país

  • Foto do(a) author(a) Perla Ribeiro
  • Perla Ribeiro

Publicado em 16 de abril de 2026 às 12:54

Plataforma é criada para denúncias de complicações de procedimentos estéticos invasivos
Plataforma é criada para denúncias de complicações de procedimentos estéticos invasivos Crédito: Shutterstock

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) criou uma plataforma digital que funciona como canal para o registro de complicações decorrentes de procedimentos estéticos invasivos. A iniciativa integra as ações da entidade para fortalecer a prática médica baseada em critérios técnicos e científicos, contribuindo para coibir a realização de procedimentos por profissionais não habilitados e para ampliar a segurança dos pacientes no país. A plataforma ficou disponível neste mês marcado pelo Dia Mundial da Saúde. Para acessar a plataforma, basta acessar o site.

A ferramenta permite que pacientes e médicos relatem casos, com o objetivo de reunir dados inéditos e qualificados. A partir dessas informações, será possível identificar as complicações mais frequentes, os produtos mais utilizados e os contextos em que esses eventos ocorrem, suprindo uma lacuna histórica de dados sistematizados sobre o tema e contribuindo para o aprimoramento da prática assistencial.

“Nosso objetivo é subsidiar a SBD com informações como quais complicações são mais frequentes, quais produtos estão sendo mais utilizados e quais profissionais realizaram os procedimentos. Entendemos que era o momento de criar uma plataforma onde tanto pacientes quanto médicos possam relatar seus casos e, assim, gerar informações que nos orientem”, explica o presidente da SBD,  Carlos Barcaui.

Com base nos dados coletados, a SBD pretende identificar padrões, orientar ações institucionais e contribuir para políticas de saúde mais eficazes, além de fortalecer práticas baseadas em evidências científicas. A iniciativa está alinhada ao Pacto pela Medicina Segura, firmado com o Conselho Federal de Medicina (CFM), e reforça a importância da qualificação profissional, da segurança do paciente e do combate à realização de procedimentos por profissionais não habilitados. 

"Com o início do funcionamento do VigiDerm neste mês dedicado à saúde, a SBD reforça seu compromisso com a produção de conhecimento, a transparência e a promoção de uma dermatologia mais segura no Brasil”, conclui Carlos Barcaui.