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Sexta-feira Santa é feriado? Advogada explica direitos dos trabalhadores na data

Especialista esclarece o que diz a legislação sobre o trabalho no feriado religioso e quais são as obrigações das empresas

  • Foto do(a) author(a) Perla Ribeiro
  • Perla Ribeiro

Publicado em 1 de abril de 2026 às 12:20

Orações marcam a reflexão sobre a paixão, a morte e a ressurreição de Cristo (Imagem: PUWADON SANG | Shutterstock)
Sexta-feira Santa é feriado? Advogada explica direitos dos trabalhadores na data Crédito: Imagem: PUWADON SANG | Shutterstock

Com a chegada da Sexta-feira Santa em 2026, celebrada em 3 de abril, muitos trabalhadores ainda têm dúvidas sobre os direitos relacionados à data, especialmente em relação à obrigatoriedade de folga e às regras para quem precisa trabalhar. Diferentemente do carnaval, a Sexta-feira Santa, também conhecida como Paixão de Cristo, é considerada feriado nacional no Brasil, conforme previsto na Lei nº 9.093/1995. Isso significa que, em regra, os trabalhadores têm direito à folga, salvo em atividades consideradas essenciais ou em casos em que haja necessidade de funcionamento da empresa.

Segundo a advogada trabalhista Paula Ribeiro, da Weiss Advocacia, o trabalho nesse tipo de feriado exige atenção às regras legais. “Quando há necessidade de expediente na Sexta-feira Santa, o empregador deve garantir o pagamento em dobro ou conceder uma folga compensatória em outro dia, conforme previsto na legislação ou em acordo coletivo”, explica.

A especialista destaca que o descumprimento dessas obrigações pode gerar passivos trabalhistas para as empresas. “É fundamental que o empregador esteja atento às normas e às convenções coletivas da categoria, que podem trazer regras específicas sobre jornada, compensações e funcionamento em feriados”, afirma.

Além disso, Paula Ribeiro reforça a importância da comunicação prévia com os colaboradores. “O planejamento e a transparência são essenciais para evitar dúvidas e conflitos. Informar previamente sobre a escala de trabalho ou concessão de folga contribui para um ambiente mais organizado e seguro do ponto de vista jurídico”, conclui.