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Eduardo Rocha: Tudo novo de novo

  • D
  • Da Redação

Publicado em 10 de dezembro de 2010 às 12:06

 - Atualizado há 3 anos

As naus zarpam abarrotadas, capitaneadas por fracassos anunciados como Mendes, Itacaré e Kléber Pereira: 16 tricolores, 12 rubro-negros. O 2010 se despede com expectativa e dúvidas. O de costume. Dezembro é mês de reformular a nossa bola, pouco importa o resultado da temporada que passou.Tudo novo de novo. Discute-se aqui o planejamento, não a qualidade do vai e vem, bem próprio do fim de ano. Desde já, 2011 imita 2010, 2009, 2008... E quando janeiro chegar, a diversão do torcedor será adivinhar quem é esse ou aquele e tentar montar o time que não fecha para a estreia do Campeonato Baiano.Por quê? Porque só clubes organizados conhecem suas demandas e antecipam problemas e projetos. Sem isso, o desmanche é inevitável. Ou a valorização de Júnior, artilheiro rubro-negro no ano, não era prevista? Há quanto tempo Wallace avisa que pretende buscar novos desafios em 2011? Depois da investida do Grêmio, o assédio sobre Jael era só questão de tempo e oportunidade.Não se pode descartar, é claro, a principal peculiaridade de 2011: a ascensão e queda do futebol baiano. A mudança de realidade influencia diretamente no planejamento. E, por isso, Bahia e Vitória devem “trocar figurinhas” para o ano que vem.Fernando é um bom goleiro de Série B. Pode ser útil na nova condição rubro-negra. Júnior é, sem dúvida, atacante de Série A, reforço interessante para quem vai perder Jael. Mas, voltando ao planejamento, só isso não basta.Rivalidade   Serve como paliativo e, óbvio, para alimentar a rivalidade da bola baiana. Mas, sem Morais, Jancarlos, Adriano e Jael, cresce a chance de o Bahia repetir 2010 e contratar mais de 30 jogadores em 2011. Lembrando que o Campeonato Brasileiro da Série A costuma punir a falta de organização. O exemplo está no rival, que trouxe outros trinta e tantos.O Bahia também serve de exemplo. Se errou muito até a chegada de Paulo Angioni, os acertos do diretor de futebol salvaram a temporada tricolor. E com todas as dificuldades e problemas, a figura de um especialista pode ser decisiva para recolocar o Vitória na elite em 2012.Quem vier, que chegue com espírito guerreiro, disposto a lutar por bons nomes. Porque é provado que, além das exceções, o acesso é direito de quem monta times de primeira, mesmo na segunda. E o Vitória precisa pensar como Palmeiras, Botafogo, Grêmio, Atlético-MG, Corinthians e Vasco: grande! Bater lá embaixo com a certeza de que vai voltar. E usar o rebaixamento apenas como lição.