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Satélite: ao lado do Aviões, Cristiano Araújo teve cachê mais caro do São João do Pelô

  • Foto do(a) author(a) Jairo Costa Jr.
  • Jairo Costa Jr.

Publicado em 27 de junho de 2015 às 06:36

 - Atualizado há 3 anos

Quem se surpreendeu com a popularidade do cantor sertanejo Cristiano Araújo, morto em acidente de carro na madrugada de quarta-feira, terá nova surpresa ao ver a lista dos maiores cachês pagos pela Bahiatursa para artistas que se apresentaram no São João do Pelourinho. Dos 88 contratos divulgados, ontem, pelo Diário Oficial do Estado, o de Cristiano Araújo liderou o ranking dos mais caros, junto com o da banda Aviões do Forró. Cada um custou R$ 200 mil aos cofres públicos. Apesar de novato no circuito de festas juninas do Nordeste, o goiano desbancou atrações que estão há décadas na vitrine ou que têm grande aceitação entre o público da capital. Casos da cantora Elba Ramalho e do cantor Saulo Fernandes, contratados por R$ 190 mil e R$ 180 mil, respectivamente.

Atrás no páreo Para efeito de comparação,  o valor pago pela Bahiatursa para trazer Cristiano Araújo superou o de outras atrações que estão no topo da indústria junina. Sucessos nos maiores arrasta-pés nordestinos, as bandas Calcinha Preta, Cavaleiros do Forró e Estakazero receberam R$ 150 mil, R$ 130 mil e R$ 100 mil. O cantor, compositor e sanfoneiro Dogival Dantas, autor de dezenas de hits de São João, recebeu R$ 120 mil.

Invasão sertanejaA relação dos contratos mais bem pagos também traz outros nomes e mostra o avanço dos sertanejos nos forrobodós da Bahia. Caso do cantor paraense Israel Novaes, integrante da mesma geração de Cristiano Araújo. Sua apresentação no Pelourinho custou R$ 120 mil, o dobro do que foi pago pelo show de Targino Gondim, compositor que tem no currículo um Grammy,  em 2001, pelo álbum Esperando na Janela.

Verdades secretasO noticiário atualizado sobre a Operação Lava Jato, com foco no caixa 2 de campanhas passadas, voltou a tensionar a cúpula do PT baiano. Ontem à noite, líderes do partido expressavam preocupação maior não com o que já vazou à imprensa, mas em relação ao conteúdo de novas delações premiadas que ainda é mantido sob sigilo.  Explique-se: ao contrário dos políticos citados ontem pela imprensa, que já respondem a investigações nas altas cortes, nomes com foro privilegiado que surgiram em depoimentos recentes continuarão ocultos, até os tribunais superiores abrirem inquéritos. Aí é que mora a ansiedade.

Caça-palavrasNada menos de 19.022 empresas foram canceladas pela Junta Comercial da Bahia (Juceb) por ausência de atividade e de alterações cadastrais há mais de 10 anos. A penalidade atinge de sociedades empresariais limitadas a cooperativas. Boa hora para cruzar a relação da Juceb com pagamentos feitos pelos cofres públicos.

A distânciaPode nem ser efeito da crise que tornou o eleitorado mais hostil, no entanto oposição e base aliada, até agora, não se moveram para o 2 de Julho,  conhecido pela forte presença da classe política. Com ânimos mais propensos a vaias do que a aplausos, mesmo que o PT seja o alvo da vez,  o risco de constrangimento é para todos.As novas denúncias, acrescidas aos problemas no TCU, impulsionam o processo de impeachment da presidente Dilma RousseffAntônio Imbassahy (PSDB), deputado federal, ao avaliar, pelo Facebook, os novos capítulos da Operação Lava Jato

Pílula*A contratação de um escritório de advocacia pelo presidente da Assembleia, Marcelo Nilo (PDT), foi parar na Justiça.  Servidores da Casa questionam, em ação popular, o valor do contrato, de R$  200 mil, feito sem licitação.