Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Ministro que controla comunicação do governo derrapa no português e é corrigido por internautas

A gafe não passou despercebida pelos internautas

  • D
  • Da Redação

Publicado em 19 de maio de 2023 às 14:31

 - Atualizado há 3 anos

. Crédito: Agência Brasil

O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social do governo Lula, Paulo Pimenta, cometeu um erro de português nesta sexta-feira, 19, em sua rede social e acabou levando "pito" dos internautas. Ao pedir que seus seguidores aderissem ao esforço concentrado de fiscalização dos preços da gasolina e do diesel proposto pelo ministro da Justiça, Flávio Dino, em todo o País, Pimenta incluiu duas vezes um "l" indevido na palavra mutirão.

A gafe não passou despercebida pelos internautas. "Corrige esse tuíte. É MUTIRÃO", escreveu um. "Corrige aí, Paulo. É mutirão, não multirão." Paulo Pimenta divulgou o tuíte às 11h23 desta sexta. Até a publicação deste matéria, ele não havia sido alterado.

De olho nas bombas

Nesta quinta-feira, 18, o ministro da Justiça, Flávio Dino, anunciou em entrevista um mutirão nacional para fiscalizar os preços nos postos de combustíveis. A ação, marcada para o dia 24 de maio, tem como objetivo verificar se a redução dos preços pela Petrobras chegará às bombas.

Na última terça-feira, 16, a estatal anunciou reduções nos preços da gasolina, do óleo diesel e do gás de cozinha (GLP), que passaram a valer na quarta-feira, 17. A mudança está associada à nova política de preços da Petrobras. Segundo Dino, os postos "são rápidos para repassar aumentos nos preços", mas não são tão velozes quando há reduções. "Não há razão para a assimetria", disse o ministro.