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Os 10 estádios que a FIFA escolheu para sediar a Copa do Mundo no Brasil em 2027

Confira a lista detalhada das sedes oficiais e os detalhes técnicos que garantiram a esses estádios o direito de sediar os jogos da Copa

  • Foto do(a) author(a) Agência Correio
  • Foto do(a) author(a) Raphael Miras
  • Agência Correio

  • Raphael Miras

Publicado em 26 de abril de 2026 às 11:00

Das arenas ultramodernas aos palcos mais tradicionais, descubra quais sedes foram selecionadas para representar o Brasil no mundial
Das arenas ultramodernas aos palcos mais tradicionais, descubra quais sedes foram selecionadas para representar o Brasil no mundial Crédito: Wikimedia Commons

O Brasil será o palco da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, marcando a primeira vez que o torneio desembarca na América do Sul. Para este evento histórico, a FIFA selecionou 10 estádios que reúnem o que há de melhor em infraestrutura e arquitetura urbana no País.

Originalmente concebidas para o Mundial de 2014, essas arenas agora passam por uma ressignificação estratégica. Conheça os palcos que colocarão o Brasil, mais uma vez, sob os holofotes do mundo.

Arena Fonte Nova (Bahia) – 17 por Sam Júnior/ Divulgação

1. Maracanã (Rio de Janeiro)

Considerado como um dos estádios mais famosos do mundo, o Estádio Jornalista Mário Filho é um monumento vivo da identidade brasileira. Palco das finais das Copas de 1950 e 2014, o "Maraca" carrega a mística de ter sido o maior do mundo.

Em sua última grande reforma, o destaque ficou para a substituição da antiga cobertura por uma membrana tensionada de PTFE, que protege quase a totalidade dos assentos e confere uma leveza moderna ao gigante circular.

Com capacidade para aproximadamente 78.838 espectadores, o estádio carrega a tradição e a história do futebol carioca, servindo de casa para Flamengo e Fluminense, além de receber os maiores shows internacionais que passam pelo País.

2. Neo Química Arena (São Paulo)

Construída para abrigar a abertura do Mundial de 2014, a arena corintiana na Zona Leste de São Paulo rompeu com o tradicional formato circular dos estádios brasileiros. Sua arquitetura aposta em linhas retas e uma elegância que remete a edifícios corporativos de alto padrão.

O grande diferencial visual é a sua imensa fachada de vidro curva integrada ao maior painel de LED do mundo em estádios.

Com espaço para cerca de 49.205 torcedores, o estádio não apenas se consolidou como o caldeirão do Corinthians, mas também provou sua versatilidade ao sediar eventos inéditos, como jogos da NFL, transformando Itaquera em um novo polo de entretenimento paulistano.

3. Mineirão (Minas Gerais)

O Estádio Governador Magalhães Pinto é um exemplo primoroso de como a modernidade pode respeitar a história. Localizado no icônico conjunto da Pampulha, o Mineirão teve sua fachada original tombada preservada, enquanto seu interior foi completamente reconstruído.

A obra harmoniza o concreto bruto do estilo brutalista com uma nova cobertura sustentável que abriga uma usina solar fotovoltaica. Com capacidade para 62 mil pessoas, o "Gigante da Pampulha" é o palco principal do Cruzeiro e um dos espaços mais disputados do Brasil para grandes festivais de música e eventos corporativos de grande porte.

4. Mané Garrincha (Distrito Federal)

Localizado no centro da capital federal, o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha reflete a monumentalidade característica de Oscar Niemeyer e Lúcio Costa.

Sua característica mais marcante é a imponente colunata externa, composta por 288 pilares de 36 metros de altura que circundam toda a estrutura, criando uma transição suave entre o espaço urbano e o campo de jogo.

Projetado para receber 72.788 espectadores, o estádio funciona hoje como uma arena multiuso estratégica, recebendo desde partidas da Seleção Brasileira até grandes turnês mundiais e jogos de clubes de outros estados que buscam atrair públicos massivos.

5. Arena Fonte Nova (Bahia)

A reconstrução da Fonte Nova teve a sensibilidade de manter o elemento mais querido do projeto original: a abertura para o Dique do Tororó.

Essa característica arquitetônica permite que o estádio "respire" e mantenha uma conexão visual constante com a paisagem natural e as esculturas dos orixás no lago vizinho.

Com capacidade para 50 mil pessoas, a arena baiana destaca-se pela excelente ventilação natural proporcionada por seu desenho em ferradura.

Atualmente gerida por uma parceria público-privada, é a casa definitiva do Esporte Clube Bahia e um dos principais centros de grandes eventos e convenções de Salvador.

6. Arena Pernambuco (Pernambuco)

Situada em São Lourenço da Mata, a Arena Pernambuco foi idealizada para ser o motor de um novo centro urbano na região metropolitana de Recife.

Sua estética moderna é definida pelo uso de ETFE em sua fachada, o mesmo material translúcido utilizado no Allianz Arena de Munique, que permite ao estádio mudar de cor através de um sistema de iluminação inteligente.

Com capacidade para 44.300 espectadores, o local serve como um palco versátil para o Náutico em partidas de grande apelo, além de abrigar competições poliesportivas, congressos e grandes celebrações religiosas.

7. Arena Castelão (Ceará)

O Castelão orgulha-se de ter sido o primeiro estádio da Copa de 2014 a ser entregue, fruto de uma reforma que priorizou a eficiência e o custo-benefício.

A estrutura é envolvida por uma sofisticada pele de vidro projetada especificamente para reduzir o calor interno sem sacrificar a luminosidade, um fator crucial diante do sol intenso de Fortaleza.

Com espaço para 63.903 torcedores, o estádio é o epicentro da vibrante rivalidade entre Ceará e Fortaleza, registrando frequentemente as maiores médias de público do futebol brasileiro e consolidando-se como um dos equipamentos esportivos mais rentáveis do país.

8. Beira-Rio (Rio Grande do Sul)

O estádio do Sport Club Internacional desfruta de uma das localizações mais privilegiadas do país, às margens do Rio Guaíba em Porto Alegre.

Sua modernização resultou em uma silhueta inconfundível, composta por uma cobertura de 65 pétalas metálicas revestidas por uma membrana tensionada que brilha intensamente ao pôr do sol.

Com capacidade para 50.128 pessoas, o Beira-Rio conseguiu elevar o conforto ao nível máximo sem apagar a história construída pelos seus torcedores. Além de ser a casa exclusiva do Inter, o estádio tornou-se um ponto turístico obrigatório na capital gaúcha.

9. Arena da Amazônia (Amazonas)

Com uma das propostas estéticas mais ousadas do mundo, a Arena da Amazônia foi desenhada como uma homenagem à cultura local.

Sua estrutura metálica se cruza de forma a mimetizar a cestaria indígena, típica da região norte. Além do valor visual, esse design serve a um propósito funcional, atuando como calha para drenar as abundantes chuvas amazônicas.

Com capacidade para 44 mil lugares, a arena transformou-se em um símbolo turístico de Manaus, recebendo partidas da Seleção Brasileira e funcionando como um palco neutro para grandes clássicos nacionais que desejam se aproximar do público nortista.

10. Arena Pantanal (Mato Grosso)

Focada na sustentabilidade, a Arena Pantanal em Cuiabá foi concebida sob o conceito de "estádio verde". O projeto utilizou materiais certificados e priorizou soluções de baixo impacto ambiental, como a preservação de vegetação nos cantos da estrutura para auxiliar no microclima local.

O design favorece a ventilação cruzada, essencial para amenizar as altas temperaturas mato-grossenses.

Com capacidade para 41.112 torcedores, o estádio vive hoje seu melhor momento técnico e de público com a consolidação do Cuiabá EC na elite do futebol nacional, justificando plenamente o investimento em sua construção.