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Agência Correio
Bianca Hirakawa
Publicado em 23 de abril de 2026 às 20:00
Você pode chamar seu cachorro de vários apelidos ou até inventar nomes completamente aleatórios. Mas existe um detalhe que muita gente ignora. Os pets entendem muito mais o tom da voz do que o apelido em si. >
Sim, aquele jeito mais agudo, carinhoso e até meio “infantil” que a gente usa sem perceber faz toda a diferença.>
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Especialistas explicam que cães e gatos aprendem por associação, ou seja, eles ligam sons a experiências como carinho, comida e passeio.>
Pode reparar no dia a dia: quando você chama com a voz animada, ele vem correndo. Se o tom é mais sério, ele entra em alerta. Já quando é carinhoso, ele relaxa.>
Isso acontece porque os pets reconhecem padrões sonoros, não palavras exatas.>
A entonação transmite emoção, e a repetição cria uma memória emocional.>
Ou seja: seu pet não responde ao “apelido fofo”, mas ao que ele sente ao ouvir.>
Cachorro
Se você começou com um nome e hoje já usa vários, isso é mais comum do que parece.>
Dar apelidos acontece porque reforça o vínculo afetivo, cria uma linguagem própria entre tutor e pet e aproxima o animal da dinâmica familiar.>
Além disso, muitos apelidos seguem padrões parecidos com a fala com crianças, com rimas, repetições e sons mais suaves.>
Depende.>
Se você muda o nome o tempo todo, sem nenhum padrão, o pet pode demorar mais para responder.>
Mas quando há consistência e associação positiva, acontece o contrário: o animal consegue reconhecer vários “nomes” sem dificuldade.>