‘EVIDÊNCIAS DO AMOR’

Fábio Porchat conta sobre gosto do beijo de Sandy, par em seu novo filme

Ator e roteirista do filme, em cartaz nos cinemas, ele ainda revela um receio da cantora ao aceitar o convite para ser protagonista

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Publicado em 12 de abril de 2024 às 10:31

Fábio Porchat e Sandy
Fábio Porchat e Sandy contracenam no filme 'Evidências do amor' Crédito: Divulgação

O ator e comediante Fábio Porchat, protagonista do filme “Evidências do amor”, que chegou aos cinemas nesta quinta-feira (11), falou sobre o gosto do beijo da cantora Sandy, seu par romântico no filme, durante o programa “Que história é essa, Porchat?”.

“Eu e Sandy combinamos de escovarmos os dentes antes das cenas de beijo. Mas teve um dia que não teve gosto de pasta de dente, e sim de banana com amêndoas, que ela tinha comido antes de gravar”, contou o ator.

No programa, Porchat também comentou que a ideia de convidar Sandy para interpretar a personagem Laura partiu de uma entrevista da cantora, onde ela reclamava sobre a falta de convites para atuar em produções nacionais.

“Na hora, pensei que era ela. Quando falei no nome para o Pedro Antônio, diretor do filme, ele se empolgou. Ficamos loucos com a possibilidade de ela topar. Mas eu não era amigo da Sandy, só tínhamos nos falado uma vez na vida, para uma entrevista na TV Record”, disse.

“Fiz o convite e disse a ela que ia estar acompanhando tudo de perto, elaborando o roteiro junto com a Luanna (Guimarães) e o Álvaro (Campos), e que poderia ficar tranquila. E aí ela respondeu: ‘Se você vai cuidar de tudo assim, eu quero fazer’”, detalhou.

Química entre os dois

Outro assunto comentado por Porchat foi a sua preocupação com a química entre ele e Sandy. Segundo o ator, o desafio era fazer com que o casal parecesse verossímil aos olhos do público.

Para resolver essa situação, ele explicou a preocupação para a companheira de gravação e os investiram em se conhecerem mais fora das câmeras. “Falei pra Sandy: ‘Olha, a gente precisa ter química. Se as pessoas não acreditarem que a gente se beija e se pega, acabou, não tem o filme’. Ela entendeu isso de cara, e começamos a interagir com frequência. Fui à casa dela, conversamos muito e ensaiamos”, contou.

Um outro aspecto trabalhado pela equipe responsável pelo filme era desconstruir a imagem imaculada de Sandy no roteiro. “Ela fala palavrão. É bom para as pessoas verem que ela é um ser humano como qualquer outro”, afirmou.