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Drama coreano A Criada tem história de sexo, amor e vingança

  • D
  • Da Redação

Publicado em 12 de janeiro de 2017 às 00:03

 - Atualizado há 3 anos

A Criada aborda o amor entre duas mulheres (foto/divulgação)

Vingança, violência e sexo são elementos frequentes na obra do cineasta sul-coreano Park Chan Wook (Oldboy/2003). Em A Criada, seu novo longa, como era de se esperar, esses itens estão de volta. A produção, que foi muito bem recebida em Cannes, é baseada no livro Na Ponta dos Dedos, da escritora britânica Sarah Waters.

A história se passa na Coreia dos anos 1930, durante a ocupação japonesa. No filme, um homem pretende casar-se com uma jovem, herdeira de uma grande fortuna. Para isso, ele conta com a ajuda de uma ladra que vai trabalhar como criada na casa da milionária. O que o vigarista não esperava é que criada e patroa se apaixonassem uma pela outra.

Dessa vez, Park divide a história em três capítulos, sendo que no primeiro a história é contada do ponto de vista da patroa; no segundo, sob o olhar da criada; no terceiro, há uma síntese das duas primeiras partes, com uma reviravolta.

Se em Cannes A Criada não conquistou prêmios, nos Estados Unidos, porém, foi escolhido melhor filme estrangeiro por vários grupos de críticos e foi o preferido da Aliança de Mulheres Jornalistas de Cinema. Os maiores elogios foram para a fotografia de Chung Chung-hoon, que filmou belas cenas de sexo. “Não quis fazer da sexualidade dessas duas mulheres um espetáculo excitante, porque estaria me tornando um dos velhos pervertidos do filme”, diz o diretor.

Horários:

 UCI Orient Shopping Barra 5  19h30 | 22h20  Saladearte Cine Paseo 2  20h20  Saladearte Cinema do Museu  18h