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Los Catedrásticos reúne Jackson Costa, Maria Menezes, Zéu Britto, Luisa Prosérpio e Cyria Coentro no Teatro Molière

Nova temporada de Macetando o Apocalipse começa nesta sexta (15) e segue até dia 24 de maio

  • Foto do(a) author(a) Doris Miranda
  • Doris Miranda

Publicado em 14 de maio de 2026 às 06:00

Zéu Britro, Jackson Costa, Cyria Coentro e Maria Menezes integram Los Catedrásticos
Zéu Britro, Jackson Costa, Cyria Coentro e Maria Menezes integram Los Catedrásticos Crédito: Victor Blvk

Após sucesso de público e crítica, Los Catedrásticos, um dos grupos mais conhecidos e longevos do teatro baiano, anuncia nova temporada em Salvador. Sétimo espetáculo da compahia, Macetando o Apocalipse chega ao Teatro Molière da Aliança Francesa, na Ladeira da Barra, para uma curta temporada que começa nesta sexta (15) e se encerra no dia 24 de maio.

A temporada reúne Jackson Costa, Maria Menezes, Zéu Britto, Cyria Coentro e Luisa Prosérpio em diferentes formações ao longo das apresentações. Na estreia, amanhã, o grupo se apresenta com Luisa Prosérpio. Já no sábado (16) e no domingo (17), Cyria Coentro retorna ao palco com Los Catedrásticos, conciliando a agenda de gravações de Nobreza do Amor, novela das 18h, com as apresentações deste primeiro fim de semana.

O reencontro de Cyria com o grupo reforça o caráter histórico da temporada, aproximando o público de uma formação que marcou a trajetória dos Los Catedrásticos e segue viva na memória afetiva de diferentes gerações de espectadores

“Sou muito consciente e orgulhosa do privilégio que é integrar um grupo de teatro, baiano, bem sucedido, que existe e resiste desde 1988. São quase 40 anos de uma convivência sustentada pelo amor, respeito, admiração e, principalmente, pela comunhão de uma forma comum de expressão artística. Esse ponto de identificação é a linha que atravessa a história da nossa trajetória e costura nossos desejos para, vez ou outra, sempre que os destinos abrem espaço, a gente se encaixar para uma nova criação”, celebra Cryria Coentro.

Comicidade e cotidiano

Ao longo dessas quatro décadas, o grupo construiu uma trajetória marcada pela forte comunicação com o público, pelo humor afiado e pelo diálogo constante com a cultura popular brasileira. Seus espetáculos se tornaram referência para diferentes gerações de espectadores, combinando comicidade, observação do cotidiano e crítica social em uma linguagem direta e acessível.

Em Macetando o Apocalipse, a música permanece mais uma vez como eixo central da cena, elemento profundamente ligado à identidade cultural baiana. Com a irreverência que caracteriza o grupo, o espetáculo percorre letras e estilos que fazem parte da memória afetiva do público, passando por gêneros como axé, pagode, sertanejo, arrocha, samba-reggae e funk. As canções são transformadas em material cênico, provocando riso imediato e, ao mesmo tempo, reflexão sobre costumes e comportamentos naturalizados.

No palco, a experiência e a presença dos atores criam uma encenação dinâmica e próxima da plateia, em que improviso, ritmo e comicidade conduzem o encontro com o público. O resultado é uma apresentação marcada pela escuta e pelo prazer de fazer teatro, mantendo viva a relação direta entre artistas e espectadores, uma das características mais fortes do grupo desde sua criação.

“A importância dessa nova e das próximas temporadas do espetáculo é pelo fato de que o teatro não é descartável, nem perecível. Ao contrário, se assemelha muito ao comportamento dos bons vinhos: quanto mais o tempo passa mais aprimorado o espetáculo se torna. E os artistas precisam dar chance de que o maior número de pessoas consiga usufruir do privilégio, cada vez mais valioso, de ter a presença real do artista no palco, provocando experiências intelectuais e sensoriais, simultaneamente, em todas as pessoas que estiverem compondo a plateia daquele dia”, completa.

A direção de Macetando o Apocalipse é de Paulo Dourado, com direção de produção de Socorro de Maria e Vitor Alves, e produção executiva da Capricórnio Produções.

SERVIÇO - Los Catedrásticos em ‘Macetando o Apocalipse’ | de 15 a 24 de maio, sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 20h, no Teatro Molière da Aliança Francesa, na Ladeira da Barra | Ingressos: R$ 100 e R$ 50, à venda no Sympla.

Tags:

Teatro