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Mariana Rios
Publicado em 30 de maio de 2026 às 19:20
O cantor e compositor Gilson Vieira da Silva morreu aos 73 anos, deixando como legado uma das canções mais reconhecidas e afetivas da música brasileira: Casinha Branca. A notícia foi confirmada neste sábado (30), causando comoção entre fãs e admiradores de uma obra que atravessou gerações.>
A informação foi confirmada pela viúva. Giani Carla Aguiar Braga, radialista e produtora cultural.>
Embora tenha construído uma carreira com diversos sucessos, foi Casinha Branca que transformou Gilson em um nome conhecido em todo o país. Lançada na década de 1970, a música se tornou um clássico da MPB e permanece viva na memória de milhões de brasileiros, seja nas rádios, em regravações ou em encontros familiares onde seus versos continuam sendo cantados de cor.>
A música foi regravada por diversos artistas ao longo dos anos, como Maria Bethânia.>
Com sua melodia suave e uma letra que fala de paz, simplicidade e do desejo de viver cercado por natureza e afeto, a canção conquistou um espaço raro na cultura popular brasileira. Para muitos, basta ouvir os primeiros acordes para reconhecer imediatamente a música que embalou diferentes momentos da vida de várias gerações.>
Ao longo da carreira, Gilson, nascido em Macau, no Rio Grande do Norte, se destacou como cantor, compositor e instrumentista, construindo uma trajetória respeitada na música brasileira. No entanto, foi a interpretação de Casinha Branca que o transformou em uma referência afetiva para o público, tornando a obra maior do que o próprio tempo em que foi lançada.>
Nas redes sociais, fãs e artistas lamentaram a morte do músico e relembraram a importância de sua contribuição para a cultura brasileira. Muitas das homenagens destacaram justamente a força de Casinha Branca, canção que permanece entre aquelas que praticamente todo brasileiro conhece ou já ouviu em algum momento da vida.>
Ele foi velado no distrito de Boa Família em Muriaé, em Minas Gerais.>