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O retorno do BTS em números: o maior comeback mundial da música

Álbum com milhões de pré-saves e turnê bilionária marcam a volta do grupo após quase 4 anos

  • Foto do(a) author(a) Márcia Luz
  • Foto do(a) author(a) Gabriela Cruz
  • Márcia Luz

  • Gabriela Cruz

Publicado em 21 de março de 2026 às 05:44

Arirang
BTS na era Arirang Crédito: Divulgação

A maior banda do mundo. É assim que a imprensa internacional tem definido o BTS neste retorno à cena global após quase quatro anos de hiato, período em que os sete integrantes interromperam as atividades em grupo para cumprir o serviço militar obrigatório na Coreia do Sul e desenvolver projetos individuais. RM, Jin, Suga, J-Hope, Jimin, V e Jungkook exploraram novas sonoridades, lançaram álbuns solo, fizeram turnês e até documentários e ampliaram seu alcance artístico. Agora, eles retornam como unidade em um dos comebacks mais aguardados da história mundial da música, e os números ajudam a explicar por quê.

Céu de Seul no lançamento do álbum por divulgação

Turnê com 82 shows

Antes mesmo de subir ao palco, o BTS já coloca em movimento uma das maiores turnês da história da música. A “BTS World Tour: Arirang” terá 82 shows confirmados, passando por mais de 30 cidades em pelo menos 20 países, atravessando Ásia, América do Norte, América Latina, Europa e Oceania. A projeção é de público superior a 5 milhões de pessoas ao longo da turnê, consolidando o grupo como um dos maiores fenômenos de bilheteria da indústria.

Escala global

O impacto financeiro acompanha essa escala. Estimativas apontam que a turnê pode gerar cerca de US$ 1,93 bilhão em receita, número que a coloca no mesmo patamar de megaturnês históricas como a The Eras Tour, de Taylor Swift. Mais do que ingressos, o BTS movimenta economias inteiras por onde passa: turismo, hotelaria e comércio são diretamente impactados em cada cidade da rota.

E o Brasil?

O Brasil também entra nesse mapa global. O grupo já confirmou três shows em São Paulo, nos dias 28, 30 e 31 de outubro, com expectativa de demanda extremamente alta, repetindo o histórico de apresentações anteriores que reuniram dezenas de milhares de fãs.

Álbum lançado nesta sexta

O retorno começa com força também no streaming. Arirang, lançado nesta sexta-feira (20), é o quinto álbum de estúdio do grupo e o primeiro desde 2022. O projeto traz 14 faixas inéditas, incluindo o single principal “SWIM”, e já acumulava cerca de 5 milhões de pré-saves no Spotify antes mesmo de chegar ao público. É o primeiro lançamento em grupo em quase quatro anos e já nasce como um dos mais aguardados do mercado global.

Para marcar a estreia, os sete membros participaram de uma live na qual falaram sobre o processo criativo para elaborar o disco, parte dele realizado em Los Angeles, nos Estados Unidos, onde permaneceram juntos compondo por cerca de um mês.

Agenda cheia

Mas o comeback vai além da música. Em poucos dias, o BTS ativa uma agenda intensa e estratégica: no dia 23, promove um evento exclusivo para 1 mil fãs em Nova York; nos dias 25 e 26, retorna à televisão americana com duas apresentações consecutivas no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon; e, no dia 27, lança o documentário “BTS: The Return”, que acompanha o processo de reencontro do grupo após o hiato.

Show neste sábado

O show de estreia da nova era acontece neste sábado (21), na Praça Gwanghwamun, no centro de Seul, com expectativa de cerca de 260 mil pessoas, uma das maiores aglomerações do país em décadas. Apenas cerca de 22 mil terão acesso direto à área principal, enquanto o restante acompanhará por telões, transformando a cidade em um estádio a céu aberto.

Transmissão ao vivo

A dimensão global do evento se completa com a transmissão ao vivo pela Netflix para cerca de 190 países, com potencial para se tornar a live mais assistida da história da plataforma. Milhões de espectadores devem acompanhar simultaneamente.

A demanda por ingressos reforça essa escala: mais de 100 mil pessoas enfrentaram filas online, enquanto 20 mil ingressos gratuitos (somando lotes) foram esgotados em minutos.

O impacto econômico é imediato. Só o evento em Seul pode movimentar cerca de US$ 177 milhões, com hotéis lotados semanas antes, aumento nos preços e comércio aquecido em níveis comparáveis ou superiores ao período de festas de fim de ano.

Para suportar esse volume, a cidade mobilizou uma operação de segurança de grande escala, com cerca de 7 mil policiais, sistemas antidrone e 31 pontos de controle com detectores de metal, além de restrições de mobilidade urbana.

Base

Nada disso acontece sem base. O BTS retorna com um histórico de mais de 40 milhões de discos vendidos, múltiplos recordes no Guinness World Records, domínio nas plataformas digitais e uma influência cultural que ultrapassa a música.

O que se vê agora não é apenas um retorno. É um fenômeno global estruturado em números de público, audiência, receita e impacto que reafirma o BTS como o maior nome da música contemporânea.

Tags:

Bts