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Bienal do Livro Bahia 2026 destaca literatura do interior com obra de estudantes do sertão baiano

Coletânea “Nos Arrodeios do Sentir”, criada por alunos da rede pública de Lapão, será apresentada em mesa que evidencia o protagonismo juvenil e a força da produção literária no interior da Bahia

  • Foto do(a) author(a) Carmen Vasconcelos
  • Carmen Vasconcelos

Publicado em 8 de abril de 2026 às 20:05

Estudantes do sertão baiano transformam vivências em literatura e levam protagonismo da escola pública à Bienal do Livro Bahia 2026
Estudantes do sertão baiano transformam vivências em literatura e levam protagonismo da escola pública à Bienal do Livro Bahia 2026 Crédito: Divulgação

A literatura produzida no interior da Bahia ganha os holofotes da Bienal do Livro Bahia 2026. No dia 17 de abril (sexta-feira), às 9h, a professora, mestra em Artes Cênicas e gestora cultural Jandi Barreto participa da mesa "Território e Literatura: Lugares que Escrevem Histórias". Durante o debate, será apresentada a história da produção da coletânea "Nos Arrodeios do Sentir" (Editora Cogito). A coletânea simboliza a força da educação pública transformadora e o florescimento de novos autores no sertão baiano.

A obra é o resultado direto da I FLEAL - Feira Literária de Estudantes Autores de Lapão, realizada em maio de 2025, no Colégio Estadual de Tempo Integral Justiniano de Castro Dourado. O projeto, idealizado por Jandi Barreto, mobilizou a comunidade escolar e colocou os estudantes no centro do processo criativo, reunindo diversas áreas do saber e linguagens artísticas: literatura, teatro, música, artes visuais e dança.

Organizada em parceria com Stela Pimenta, a coletânea reúne 101 textos autorais. Neles, os estudantes transmutam vivências em poesia, prosa e ensaios, reafirmando a escola pública como um celeiro de produção intelectual e artística. "A coletânea representa um gesto coletivo de valorização da voz estudantil. É a literatura como prática social, capaz de transformar realidades e garantir que esses jovens encontrem na palavra um lugar de existência e posicionamento", afirma Jandi Barreto.

A viabilização deste movimento literário e a presença de projetos como este em grandes janelas de visibilidade, como a Bienal, contam com o apoio estratégico do Governo do Estado da Bahia. A iniciativa foi contemplada pelo edital de Feiras e Festivais Literários da Fundação Pedro Calmon (FPC), uma política pública essencial para a descentralização da cultura e o fortalecimento das identidades territoriais.

Sobre a organizadora

Natural de Salvador, Jandi Barreto é multiartista e professora de Arte da rede estadual de ensino. Sua trajetória é marcada pela articulação entre arte, educação e território. Como gestora cultural, dedica-se ao protagonismo juvenil e à democratização do acesso ao livro, consolidando a FLEAL como um marco na educação no município de Lapão, Sertão da Bahia.

Jandi Barreto é multiartista e professora de Arte da rede estadual de ensino
Jandi Barreto é multiartista e professora de Arte da rede estadual de ensino Crédito: Divulgação

SERVIÇO

Evento: Mesa "Território e Literatura: Lugares que Escrevem Histórias - a experiência da FLEAL e a produção do livro "Nos Arrodeios do Sentir".

Data: 17 de abril de 2026 (Sexta-feira).

Horário: Das 9h às 10h.

Local: Bienal do Livro Bahia - Espaço Território (Centro de Convenções de Salvador - Av. Octávio Mangabeira, 5.490 - Boca do Rio, Salvador - BA, 41706-690).

Com assessoria

Tags:

Literatura