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Moradores dos circuitos buscam alternativas para fugir do trânsito no Carnaval

O vigilante Léo Dino aciona um amigo moto-taxista para transitar pela região nos dias de folia

  • D
  • Da Redação

Publicado em 24 de fevereiro de 2017 às 07:30

 - Atualizado há 3 anos

Para diminuir os transtornos, os moradores que trafegam de carro pelos circuitos precisam estar atentos à localização  das barreiras instaladas pela Transalvador. No site www.mobilidadenocarnaval.salvador.ba.gov.br é possível encontrar a relação completa de barreiras fixas, que interditam a rua com “gelo baiano”, e móveis, de acesso restrito a moradores. Ao lado, listamos as fixas.

Os carros devem estar com o adesivo de acesso veicular, que permite aos residentes  passar pelas barreiras móveis de trânsito. De acordo com a Transalvador, 857 dos 64 mil adesivos entregues pelo órgão foram devolvidos.

Morador do Centro, o jornalista Aldemiro Júnior, 30 anos, evita usar o carro no período do Carnaval. “Nunca nem peguei o adesivo da Transalvador. Eu sempre deixo o carro em uma casa em Stella Maris para evitar qualquer transtorno”, explica.

Já o vigilante  Léo Dino, 53, que mora na Rua Banco dos Ingleses, no Campo Grande, aciona um amigo moto-taxista para transitar pela região  nos dias de folia. “É uma pessoa de confiança e é ele quem me leva e traz”, conta.

A família do cirurgião dentista Nilson Castor, 54, que também mora na Banco dos Ingleses, recorre à carona solidária. “Temos três carros e só dois adesivos, então todo mundo tem que se ajudar”, diz Nilson. Ele, no entanto, destaca que todo esforço vale a pena para curtir o Carnaval.