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Escândalo sexual: jogadores do Inter e Milan são investigados por festas com prostituição e 'gás do riso'

Procuradoria de Milão apura venda de “pacotes” com serviços sexuais e uso recreativo de óxido nitroso em eventos de luxo na Itália e em Mykonos

  • Foto do(a) author(a) Carol Neves
  • Carol Neves

Publicado em 21 de abril de 2026 às 13:18

Estádio San Siro, em Milão
Estádio San Siro, em Milão Crédito: Divulgaçao

Um suposto esquema envolvendo prostituição e consumo recreativo de óxido nitroso - conhecido como “gás do riso” - colocou cerca de 50 jogadores ligados a clubes da elite do futebol italiano sob investigação. A informação foi publicada pelo jornal Gazzetta dello Sport e repercutiu amplamente na imprensa do país.

De acordo com a Procuradoria de Milão, responsável pelo início das apurações, a investigação mira uma empresa suspeita de comercializar “pacotes” de festas que incluíam serviços de prostituição e o fornecimento da substância. Entre os atletas investigados estariam jogadores vinculados a equipes como Inter de Milão e Milan.

As autoridades italianas apuram possíveis crimes de organização de serviços sexuais — prática proibida no país —, além de lavagem de dinheiro e comercialização irregular de óxido nitroso. Embora a substância não seja ilegal, seu uso recreativo é restrito e permitido apenas em contextos médicos ou industriais.

Segundo os investigadores, os eventos teriam sido organizados pelo casal Emanuele Buttini e Deborah Ronchi, que foram colocados em prisão domiciliar. As apurações apontam que os “pacotes” eram oferecidos a jogadores em festas realizadas tanto em casas noturnas de luxo em Milão quanto na ilha de Mykonos, na Grécia.