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Estúdio Correio
Márcia Luz
Publicado em 26 de maio de 2026 às 16:00
A transformação digital e o avanço da automação estão mudando o perfil profissional exigido pela indústria. Empresas como a Neoenergia Coelba investem em capacitação técnica, formação continuada e desenvolvimento de competências socioemocionais para preparar profissionais aptos a atuar em um setor mais tecnológico, orientado por dados e em constante transformação.>
“Não basta ter apenas domínio técnico. Buscamos um conjunto integrado de competências técnicas e socioemocionais alinhadas à cultura da Neoenergia”, afirma Tatiane Conceição, gerente de Operações de RH da companhia.>
O avanço da digitalização de redes, dos sistemas inteligentes e do monitoramento remoto elevou o nível de exigência para contratação e retenção de profissionais. O trabalhador que “sabe fazer” precisa também atuar com responsabilidade, tomar decisões baseadas em dados e acompanhar as transformações constantes do setor. Essa mudança também impacta os cursos técnicos e as trilhas de formação da empresa.>
Especial Indústria Forte 2026
Para responder a essa nova realidade, a Neoenergia Coelba atua como cocriadora de programas junto ao SENAI Bahia e outras instituições de ensino técnico. O objetivo é alinhar os conteúdos às necessidades reais do mercado e às competências exigidas pela indústria do futuro.>
Um dos exemplos é a Escola de Eletricistas, desenvolvida em parceria com o SENAI Bahia, que reúne formação técnica e desenvolvimento comportamental. O curso aborda temas ligados à realidade operacional da distribuidora, incluindo rede elétrica, segurança e atendimento ao cliente.>
Além de formar mão de obra qualificada, a iniciativa amplia a empregabilidade e incentiva a equidade de gênero no setor elétrico. Outra porta de entrada é o programa Jovem Aprendiz, que combina formação teórica e prática para inserir jovens no mercado de trabalho.>
Recentemente, a companhia também firmou parceria com o SENAI Bahia para oferecer 45 vagas gratuitas em formação de auxiliar administrativo para pessoas com deficiência, beneficiando candidatos em 10 cidades da Bahia, do Rio Grande do Norte e de São Paulo, áreas de concessão das distribuidoras do grupo. Cerca de 80% dos participantes já foram efetivados no quadro da Neoenergia Coelba.>
Na empresa, a entrada do profissional representa apenas o início da qualificação. Diante da aceleração da automação, da Indústria 4.0 e da inteligência artificial, a Neoenergia Coelba atualiza continuamente suas trilhas de aprendizagem.>
Os programas incluem digitalização de redes, sistemas inteligentes, monitoramento remoto e uso de ferramentas automatizadas já presentes no cotidiano da operação. Há também foco no desenvolvimento de competências analíticas, interpretação de dados e fortalecimento de uma cultura de inovação e tomada de decisão baseada em informação.>
“A formação continuada se tornou essencial para garantir atualização profissional, desenvolvimento de carreira e retenção de talentos”, destaca Tatiane Conceição.>
A companhia investe em capacitação técnica, desenvolvimento comportamental e formação interna de talentos, mantendo programas de aceleração profissional para preparar colaboradores para novos desafios e funções.>
A estratégia inclui ainda incentivo à certificação e à qualificação contínua, promovendo evolução baseada tanto em competências técnicas quanto em habilidades alinhadas à cultura organizacional.>
Com esse modelo, a Neoenergia Coelba busca reduzir a rotatividade em cargos técnicos na Bahia e fortalecer a retenção de profissionais qualificados. A lógica é desenvolver talentos internamente, estimular crescimento profissional e manter a operação preparada para um setor elétrico cada vez mais digital, automatizado e orientado por dados.>
O projeto Indústria Forte é uma realização do jornal Correio, com patrocínio da Acelen, Jacobina Mineração - Pan American Silver, Neoenergia Coelba, Suzano e Unipar, e apoio da Braskem, FIEB e Wilson Sons.>