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Paciente denuncia espera de 16 dias para agendar consulta em hospital baiano: 'Com o passar do tempo vai perdendo a visão'

Familiares reclamam de dificuldade para marcar retorno e atraso em encaminhamento cirúrgico pelo SUS

  • Foto do(a) author(a) Esther Morais
  • Esther Morais

Publicado em 1 de maio de 2026 às 07:00

Paciente denuncia espera de 16 dias para agendar consulta em hospital baiano
Paciente denuncia espera de 16 dias para agendar consulta em hospital baiano Crédito: Divulgação

Mesmo tentando contato diário por WhatsApp, ligações e busca no sistema para agendar a consulta de retorno, o jornalista Leandro Moura afirma que não consegue atendimento para a mãe, de 60 anos, no Hospital de Olhos de Feira de Santana (HCOE). Ele, que mora em Alagoinhas, tenta agendamento desde 16 de abril, mas reclama de dificuldades para garantir o acompanhamento oftalmológico da paciente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo o assessor, a mãe já passou pela primeira consulta e realizou exames, mas não consegue dar continuidade ao tratamento. “A gente tenta regular para o mesmo lugar, mas o sistema não oferece. Já tem dias tentando e colocam para outro ambulatório, onde não foi o médico que passou os exames”, afirma.

A família busca atendimento no HCOE, unidade que atende pelo SUS, mas afirma que o sistema direciona o retorno para outros locais. “O mais correto é o médico que passou os exames dar a guia da cirurgia, mas o paciente fica à deriva”, diz Leandro.

A mãe do jornalista - cuja identidade será preservada a pedido da fonte - foi diagnosticada com um problema na mácula, condição que pode levar à perda progressiva da visão. “É uma coisa urgente. Com o passar do tempo, vai perdendo a visão no olho esquerdo”, lamenta.

O filho também critica as condições de atendimento. “Na primeira vez, a sala estava superlotada, com mais de 150 pessoas, muitas sentadas, outras em pé, de várias cidades da Bahia. Tratam de forma desumana”, afirma.

A família chegou a buscar atendimento na rede privada, onde a cirurgia pode custar cerca de R$ 23 mil, mas decidiu recorrer ao SUS. “Pagamos imposto e não temos atendimento humano. Saímos de Alagoinhas de madrugada para tentar atendimento”, relembra. Enquanto isso, a família espera por um retorno. 

A reportagem entrou em contato com o hospital para ter um posicionamento sobre as reclamações, mas não recebeu retorno até a última atualização da matéria. O espaço segue aberto. 

Tags:

Hospital