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40 minutos antes da queda, voo da Chape teve indicação de emergência

Segundo a investigação, o acidente foi causado pela falta de combustível para chegar a Medellín e a empresa Lamia teria feito gestão de risco inadequada

  • D
  • Da Redação

Publicado em 27 de abril de 2018 às 14:44

 - Atualizado há 3 anos

. Crédito: Foto: RAUL ARBOLEDA/AFP Photo

Nesta sexta-feira (27), a Aeronáutica Civil da Colômbia apresentou o relatório final das investigações do desastre do avião da Chapecoense. O documento aponta que 40 minutos antes do acidente, a aeronave já estava em emergência porque faltava combustível. A tripulação responsável não teria feito nada a respeito, mesmo tendo indicação na cabine, como luz vermelha e avisos sonoros. A conclusão é fruto de uma análise da caixa-preta, que contém gravadores de dados de voz e de voo.

Segundo informações do G1, a investigação também concluiu que o avião contava com cerca de 2.303 quilos de combustível a menos do que o necessário para a viagem. As normas internacionais determinam que um voo deve ter combustível para chegar ao aeroporto de destino, outra quantidade reserva para chegar a um aeroporto alternativo, caso haja alguma emergência; e mais 30 minutos de reserva.

A quantidade mínima para cumprir os regulamentos internacionais daquele voo era um total de 11.603 quilos de combustível, segundo a investigação. No entanto, a aeronave da Lamia tinha apenas 9.300 quilos de combustível.