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Da Redação
Publicado em 9 de setembro de 2014 às 18:55
- Atualizado há 3 anos
A principal enviada da Organização das Nações Unidas (ONU) à Libéria informou que ao menos 160 trabalhadores da Saúde contraíram ebola e 80 morreram durante a epidemia no país. Karin Landgren considerou o surto uma “praga contemporânea” que cresce exponencialmente. >
Landgren disse ao Conselho de Segurança da ONU nesta terça-feira (9) que a maioria dos trabalhadores passou longos períodos sem o equipamento de proteção adequado, treinamento ou salário. >
Ela contou que “os ritos funerários locais, que envolvem o toque e a lavagem dos mortos, levaram a incontáveis novas mortes, e precisarão ser substituídos por rituais mais seguros, o que demandaria compromisso religioso e líderes tradicionais”. >
O ministro da Defesa da Libéria, Brownie Samukai, disse ao conselho que a “Libéria enfrenta uma ameaça séria à sua existência nacional”. Ele afirmou que “a negação insistente, as práticas tradicionais, os rituais religiosos, o medo e a resistência comunitária continuam sendo obstáculos para o progresso”. >