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EUA negam desculpas ao Paquistão por operação que matou Bin Laden

Premiê paquistanês havia reclamado do 'unilateralismo' americano no caso. Casa Branca disse que negocia para interrogar três viúvas de Bin Laden

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  • Da Redação

Publicado em 9 de maio de 2011 às 15:09

 - Atualizado há 3 anos

Os EUA afirmaram nesta segunda-feira (9) que não vão "se desculpar" com o Paquistão por terem realizado um ataque que matou o terrorista Osama bin Laden em solo paquistanês, após o governo de Islamabad ter se quei queixado do "unilateralismo" americano na operação.

Militantes da Liga Muçulmana do Paquistão queimam bandeira dos EUA

O porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, afirmou que Washington levou a sério as queixas do Paquistão, mas acrescentou que "não nos desculpamos pela decisão que o presidente tomou".

Ele afirmou que Obama estava convencido de que tinha o "direito e o dever" de montar o ataque, e observou que o presidente afirmou durante sua campanha que iria agir para pegar Bin Laden no Paquistão, se necessário.

O primeiro-ministro do Paquistão, Yousuf Raza Gilani, reclamou mais cedo sobre a invasão americana em Abbotabad que culminou com a morte Bin Laden  na madrugada de 2 de maio, depois que o governo paquistanês não foi informado com antecedência sobre o plano.

Carney também afirmou que os Estados Unidos ainda estão buscando cooperação de Islamabad para ter acesso às três viúvas do líder da al-Qaeda que se encontram sob custódia do Paquistão e podem ter informações vitais sobre o grupo terrorista. As informações são do G1.