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Pai pede que filho não seja cuidado por enfermeiras negras; hospital é processado

Segundo a enfermeira, o homem puxou a manga da camisa para revelar uma tatuagem “parecida ao símbolo da suástica”

  • D
  • Da Redação

Publicado em 22 de fevereiro de 2013 às 08:38

 - Atualizado há 3 anos

Da Redação

Uma enfermeira negra processou um hospital no estado de Michigan, nos Estados Unidos, por causa de um cartaz, colado a pedido do pai de um dos bebês, que pedia que seu filho não fosse cuidado por funcionários negros.

A gerência do Hurley Medical Center está sendo acusada de discriminação e violação dos direitos civis estaduais depois que Tonya Batalha, de 49 anos, teve que ser transferida da terapia intensiva neonatal no Outono passado.

Segundo a enfermeira, o homem puxou a manga da camisa para revelar uma tatuagem “parecida ao símbolo da suástica”. O nome do pai não foi incluído no documento do tribunal.

“Por favor, sem enfermeiros afro-americanos para cuidar do bebê (nome), a pedido do pai. Obrigado”, dizia a nota que foi colada no quarto onde a criança estava.

Após o pedido, seguido de uma reunião com a equipe do hospital, a enfermeira foi informada em sua casa de que seria transferida de área.

Um advogado do centro médico alertou a gerência sobre a ilegalidade do afastamento, mas, de acordo com o processo, funcionários negros não foram designados para tomar conta do bebê durante sua estada no hospital.